Pandemia de Covid-19 custará ao futebol 73 bilhões de dólares
   20 de setembro de 2020   │     19:00  │  0

Futebol é duramente atingido pela crise do novo coronavírusFutebol é duramente atingido pela crise do novo coronavírus (Foto: FRANCK FIFE / STF)

A pandemia de Covid-19 deve custar aos clubes de futebol 14 bilhões de dólares (mais de R$ 73 bilhões na cotação atual) em todo o mundo, cerca de um terço de seu valor estimado, disse nesta semana um importante dirigente da Fifa.

Olli Rehn, que chefia o comitê da Fifa criado para lidar com os efeitos da pandemia, afirmou que a Fifa, juntamente com consultores financeiros, estimou o valor do futebol de clubes entre 40 bilhões e 45 bilhões de dólares em todo o mundo.

Segundo ele, a cifra de 14 bilhões de dólares foi baseada no cenário atual, em que o futebol está sendo retomado lentamente após um hiato de três meses, mas será um “jogo diferente” se a pandemia não diminuir.

— O futebol foi duramente atingido pela pandemia de coronavírus — disse Rehn, ex-comissário da União Europeia e agora governador do Banco da Finlândia, à Reuters television.

— Isso criou muita turbulência em diferentes níveis, com alguns clubes profissionais enfrentando sérias dificuldades. Também estou muito preocupado com as academias de juniores e as divisões de base.

Rehn afirmou que o futebol na América do Sul foi especialmente atingido, enquanto a África e a Ásia também são motivo de preocupação.

A Fifa alocou 1,5 bilhão de dólares para ajudar a combater os efeitos da pandemia e Rehn disse que 150 das 211 associações solicitaram recursos até agora.

Blog com EXTRA

 

 

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Fla constata lesão em Gabigol, que já inicou tratamento
     │     18:01  │  0

Gabigol ganha nova chance no ataque do FlamengoGabigol pode desfalcar o ataque do Flamengo (Foto: Alexandre Vidal / Flamengo)

O Flamengo informou neste domingo que o atacante Gabigol foi diagnosticado com uma lesão na coxa direita, e iniciou tratamento no Equador, onde a equipe permanece para a disputa da fase de grupos da Libertadores.

De acordo com comunicado do clube, o jogador sentia dores na região e, por isso, realizou exames. Gabigol está com a delegação do Flamengo em Guayaquil, local do jogo contra o Barcelona, na próxima terça-feira, às 19h15.

Sob o comando de Domenec Torrent, o rubro-negro entra em campo pressionado após a derrota por 5 a 0 para o Independiente Del Valle, na estreia no torneio.

Blog com EXTRA

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Série D: Começou a Quarta Divisão do futebol brasileiro
     │     17:00  │  0

Logo da competição, que terá início neste sábado (19) com oito grupos de oito clubes e seis fases (Reprodução)

A fase de grupos da Série D do Campeonato Brasileiro, que significa a Quarta Divisão nacional, começa ontem, após uma breve etapa preliminar mata-mata que definiu as quatro últimas equipes aptas a disputar o torneio.

Em sua 12º edição, a Série D será disputada por 64 clubes, divididos em oito grupos com oito clubes cada. Os grupos são formados de forma regionalizada.

Com o regulamento estabelecido pela CBF, o novo campeonato será disputado em seis fases. Nessa fase de grupos, as equipes se enfrentam em jogos de ida e volta dentro do grupo, totalizando 14 partidas. Os quatro melhores colocados se classificam para a etapa seguinte.

A partir daí, as 32 equipes classificadas se enfrentam em duelos eliminatórios, com jogos de ida e de volta, até a definição do campeão. Os quatro semifinalistas garantem acesso à Série C de 2021.

Além do formato, a atual edição da Série D também traz outras novidades. Algumas equipes jogarão a competição pela primeira vez em sua história: Tupynambás (MG), Juventude (MA), Cascavel (PR), Toledo (PR), Ji- Paraná (RO), Goiânia (GO) e ABC (RN) são alguns dos debutantes.

O Vilhenense (RO), por exemplo, clube mais jovem a disputar a competição, foi fundado em 2017 e está no grupo 1. Enquanto isso, o Central, de Caruaru, é o time que mais jogou a Série D, com dez participações. O time carrega o incômodo tabu de nunca ter passado de um mata-mata.

Vários clubes conhecidos do futebol brasileiro também estão presentes nesta edição de 2020. Um deles é o São Caetano, que já foi vice-campeão brasileiro em 2000 e vice-campeão da Libertadores em 2001. Outro clube tradicional é o Bangu, vice-campeão da Série A do Brasileirão em 85. O Brasiliense, vice da Copa do Brasil de 2002.

Entre os participantes, o Joinville (SC) é o clube que está há menos tempo longe da elite. A última vez que os catarinenses disputaram a Série A foi em 2015. Já o Nacional (AM) é o time da atual Série D que mais disputou a Primeira Divisão, com 16 edições, seguido pelos rivais potiguares América-RN (15) e ABC (14).

Outro fato curioso da edição de 2020 é que alguns times desistiram de participar do campeonato antes do início e tiveram de ser substituídos. Luverdense (MT), Patrocinense (MG) e CRAC de Catalão (GO) deram lugar a Vila Nova (MG), Sinop (MT) e Aparecidense (GO).

A Série D tem previsão de término apenas para o dia 7 de fevereiro, devido à paralisação do futebol brasileiro com a pandemia da Covid-19, o que atrasou todo o calendário nacional.

Blog com Terra Esportes

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Gabigol tem lesão na coxa e inicia tratamento no Equador
     │     16:00  │  0

Após a goleada sofrida para o Independiente Del Valle, o Flamengo ganhou mais um problema. O clube informou neste domingo que Gabigol tem uma lesão na coxa direita e iniciou tratamento.

De acordo com comunicado do Flamengo, o atacante sentia dores na parte posterior da coxa direita e, por isso, realizou exames. O camisa 9 está com a delegação rubro-negra em Guayaquil, local do jogo contra o Barcelona, terça-feira, pela Libertadores.

O confronto com o Barcelona ganhou ainda mais importância para a equipe, que está em segundo lugar no grupo, manter o rumo da classificação na Libertadores.

Blog com ge.globo

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Fla: Dome tem cinco dificuldades nos bastidores para seguir
     │     15:00  │  0

Brazil's Flamengo head coach, Spanish Domenec Torrent gestures during their closed-door Copa Libertadores group phase football match at the Olimpico de Atahualpa Stadium in Quito, on September 17, 2020, amid the COVID-19 novel coronavirus pandemic. (Photo by Jose JACOME / various sources / AFP)Leitura do trabalho do técnico Dome no Flamengo não é o esperado (Foto: JOSE JACOME / STR)

A goleada por 5 a 0 sofrida pelo Flamengo no Equador não é apenas saldo de uma atuação péssima diante do Independiente Del Valle. Não é de hoje, há questionamentos internos ao trabalho do técnico Domènec Torrent.

A chance de troca no comando neste momento é vista como praticamente nula, mas há fatores em jogo que após um mês de trabalho ainda geram consequências no ambiente dos treinamentos e no vestiário dos jogos.

Os atletas e funcionários do Flamengo no geral entendem que o treinamento de Domènec Torrent é muito diferente em relação ao que o elenco estava acompanhado no ano passado. O ritmo, principalmente, é outro.

Embora os conceitos sejam modernos, e a didática elogiada, tanto tática como tecnicamente, as práticas são consideradas menos produtivas no Ninho do Urubu em relação ao período de Jorge Jesus.

O treinador colheu os frutos ao longo de uma sequência de quatro jogos no Brasileiro. Mas os questionamentos sempre estiveram lá.

Embora entendam a explicação para a realização do rodízio, os jogadores do Flamengo ainda não compreendem algumas decisões de Dome.

A última é a utilização de Bruno Henrique, que vinha de lesão. O atacante já estava em condições de jogo para a partida do Brasileiro, contra o Ceará, no fim de semana, mas foi poupado da viagem.

Em seguida, ficou no banco contra o Del Valle no primeiro tempo. O mesmo já havia ocorrido com Arrascaeta e Gabigol, que se colocaram à disposição para atuar de início em outros jogos e foram preteridos.

Rafinha era o principal responsável por administrar o ânimo dos jogadores em situações de dificuldade. Com a saída do lateral para a Grécia, o elenco ficou sem uma referência do mesmo nível.

Os líderes do elenco – Filipe Luis, Diego, Éverton Ribeiro e Diego Alves – se colocaram a disposição de Dome para entender as novas ideias, mas no geral elas não tem sido absorvidas tão facilmente por todos os jogadores.

Desde que assumiu, Dome tem dado mais espaço no time e mais voz ao camisa 10 Diego, que até o começo do ano era reserva. O meia vem entrando em vários jogos, assim como outros atletas do banco com menos rodagem.

Mas o diálogo com os principais atletas ainda não atingiu o entendimento desejado. O que se reflete em campo.

Não se sabe se por consequência ou não dos questionamentos, mas o Flamengo tem uma série de jogadores com atuações abaixo do normal. O principal deles hoje é Gabigol, que mais uma vez passou em branco e quando teve oportunidades, desperdiçou contra o Del Valle.

Outra peça fundamental em momentos de conquista, o meia Gerson está longe de seus melhores dias. Comenta-se no clube que o camisa oito também é um dos que questiona os métodos de treino e rodízio de Dome.

Sem falar na linha de defesa, que mesmo com Rodrigo Caio de volta sofre muitos gols. São 18 sob o comando de Domènec Torrent em 11 jogos.

Decisões não compreendidas

Não apenas o rodízio e os métodos de treino são questões não tão bem digeridas no Flamengo. Há diferença de conceitos da comissão técnica de Dome e dos profissionais do Centro de Excelência em Performance no que se refere às decisões sobre o dia a dia dos treinamentos e jogos.

O técnico indicou que preferia dar folga aos jogadores 48 horas após os jogos, mas isso não foi cumprido nas últimas semanas. Um dia depois de poupar jogadores contra o Ceará, os mesmos participaram de um treino com o sub-20.

Em termos táticos, apesar das ideias já explanadas, Dome chamou a atenção nos últimos jogos com a montagem do banco de reservas e com as substituições durante as partidas.

Entre as críticas, o fato de colocar em alguns momentos poucos homens de ataque, e em outros encher o time de atacantes sem meias ou jogadores capazes de fazer a ligação com o setor ofensivo.

Blog com EXTRA

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