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Marcelo Teixeira, eleito ontem, promete reestruturar o Santos: ‘Esse time é ruim, não dá para jogar a Série B’
   10 de dezembro de 2023   │     20:00  │  0

Escudo do Santos

Empresário bem-sucedido e atualmente um ex-dirigente vencedor, Marcelo Teixeira resolveu abandonar a ‘aposentadoria’ do futebol brigando pelo comando do Santos após 15 anos, cansado de tantos vexames e já é o novo presidente Santista, eleito ontem.

E não são poucas as ações que Marcelo Teixeira tem em mente para acabar com “15 anos de má gestões.” Entre as tratativas já há um patrocínio alto encaminhado de valores que podem bater os R$ 100 milhões, a transformação da Vila Belmiro para uma moderna arena para 35 mil lugares, um acerto para mandar jogos no Pacaembu e também por um tour pelo País, utilizando das arenas espalhadas de norte a sul. O elenco da queda será totalmente reformulado, mas Marcelo Teixeira já avisa que os arquirrivais não terão facilidade para tirar peças do atual elenco.

“Os rivais ficaram mal-acostumados, pois os atuais dirigentes são maleáveis. Comigo será bem duro tirar jogador daqui, só com o pagamento da multa”, adiantou, já ciente que o Corinthians “cresceu o olho” em Soteldo e Marcos Leonardo, por exemplo. “Pretendo manter as principais peças, mas são raras, com qualidades são poucos”, disparou. “E não queremos ter ninguém que fique obrigado, o Santos é maior que qualquer jogador do elenco atual.”

TIME É FRÁGIL

Marcelo Teixeira não gostou nada da queda à Série B, apesar de já vir trabalhando com a possibilidade há tempos. Frustrado com o atual grupo, não poupou críticas e prometeu uma reformulação grande. Até mesmo nomes badalados devem sair. Admitindo que teve uma noite péssima de quarta-feira, chegou a se emocionar e não segurou as lágrimas ao lamentar a dor da queda, a qual espera ser a última na história de 111 anos de glórias do Santos.

“Sempre temos de pensar em tudo, ter plano A e plano B. Esse time é frágil, muito limitado, muito ruim. Não dá nem para jogar a Série B”, mostrou sinceridade. “(Caso seja eleito) não vou radicalizar, mas faremos uma grande reestruturação, com novos nomes, a vinda de profissionais em uma nova linha de trabalho com outra política”, disse. “Não deu para definir nomes (de dispensados), pois não sabemos de contratos, mas vamos ter de atacar, de forma emergencial, drasticamente esse elenco. Impossível trabalhar com 50 jogadores.”

Vestido com uma camisa 5 do Santos e fazendo questão de lembrar do astro Clodoaldo, Teixeira espera resgatar nomes históricos do clube, trazê-los de volta, usar a experiência desses ícones para ajudar na descoberta de novos astros. A categoria de base terá um olhar diferenciado, pois na sua visão se tornou uma das decepções.

“Tudo me decepcionou neste Santos. Você vê a base fatiada, o profissional inchado, o clube não revela e o marketing está com ações completamente fora da realidade, sem arrecadação. Temos de dar um choque de medidas”, afirmou, reclamando dos sucessores e falando em gestão de competência.

DAR CONFORTO À TORCIDA

O torcedor do Santos deu enorme demonstração de apoio ao time na reta final do Brasileirão. Mesmo com resultados bem ruins e muitos tropeços. Teixeira sabe que precisa do apoio das arquibancadas e fará de tudo para oferecer conforto aos santistas. Tê-los no estádio é uma meta e para isso será implantado “imediatamente”, o reconhecimento facial para acabar com o cambismo.

Com a obra da nova Vila Belmiro encaminhada, Teixeira revelou com exclusividade que o torcedor da capital, do ABC e até do interior terão caminhos mais rápidos para chegar ao estádio. “Alinhamos com o governo do Estado, que vai investir na malha ferroviária, que teremos trens exclusivos, do interior, do ABCD e da capital, em todos os dias de jogos voltados, direcionados e ampliados para atender a torcida”, anunciou. Nas tratativas, seriam menos de 40 minutos para o deslocamento até a baixada.

APENAS UM TIME PARA 2024

Fora da Copa do Brasil e das competições sul-americanas em 2024, o plano de Marcelo Teixeira é montar um único time para 2024, que disputaria o Paulista com obrigação de se classificar ao mata-mata após três anos amargando quedas na primeira fase e que já teria o perfil suficiente para passar sem sustos na Série B.

“O planejamento é para errar o menos possível. Temos uma dívida alta, um passivo considerável e precisamos de série de ações para ter um controle. Será fundamental não apenas aumentar a receita, mas que tudo seja compatível”, falou. “Vamos jogar na capital, mas pretendemos atuar em outras cidades e vamos explorar bem essa questão, mobilizando torcidas onde o time estiver, lotando estádios”.

Arivaldo Maia com Redação do ESTADÃO CONTEÚDO

Vila Nova perde para o rebaixado ABC, frustra torcida e fica sem o acesso na Série B
   27 de novembro de 2023   │     1:00  │  0

Após segurar um empate com o Juventude e tirar o Guarani da briga pelo acesso, o ABC aprontou mais uma na Série B do Campeonato Brasileiro. O time potiguar derrotou o Vila Nova, que só precisava vencer para voltar à elite do futebol nacional, por 3 a 2, no último sábado, no estádio do Frasqueirão, pela última rodada. Thonny Anderson foi o grande destaque da partida, com dois gols e uma assistência.

Com o resultado, o ABC terminou a competição com duas vitórias consecutivas, mas ainda na lanterna, com 28 pontos. O Vila Nova, que já estava pronto para comemorar o acesso, acabou em oitavo, com 61. O rival Atlético-GO, em quarto, subiu.

Antes mesmo do apito final, vários objetos foram arremessados no gramado vindo da torcida do Vila Nova, que protestou contra os jogadores por deixar o acesso escapar ‘entre os dedos’.

O Vila Nova chegou em Natal em clima de festa. O time goiano precisava vencer o lanterna da competição para confirmar o acesso, mas esse não foi o destino que estava reservado para si. Tudo mudou aos sete minutos, quando Matheus Anjos sofreu uma lesão e deu lugar para Thonny Anderson.

O meia estava com “fome de bola” e não quis saber em facilitar a vida do Vila Nova. Aos 13, cobrou falta venenosa e viu o zagueiro Rafael Donato desviar contra o próprio gol. Thonny Anderson passou a tomar conta da partida e ditou o ritmo.

O Vila Nova sentiu o gol, ficou apático e sofreu um “apagão”. O ABC, que já não jogava sob pressão por ter sido rebaixado, estava solto em campo e ampliou aos 41. Thonny Anderson recebeu na esquerda, invadiu a área e soltou o pé para aumentar o desespero do time goiano.

No segundo tempo, o Vila Nova foi para cima, mas encontrou muita dificuldade em furar o bloqueio do ABC. Aos cinco minutos, Juan Christian recebeu dentro da área e parou em Michael. O atacante travou bons duelos com o goleiro, que levou a melhor em todos.

Quando a torcida começava a perder a paciência e atirar objetos no gramado, o Vila Nova diminuiu. Aos 33, Diego Renan cruzou para Rafael Donato, que desviou para o gol e recolocou o clube goiano de volta na partida.

Mas a reação não durou muito tempo. O Vila Nova foi com tudo para o ataque e deu o contragolpe para o ABC, que teve um pênalti marcado a seu favor após Eduardo Doma derrubar Anderson Cordeiro dentro da área. Thonny Anderson foi para a cobrança e fez 3 a 1.

Após o gol, o clima esquentou no Frasqueirão e a partida precisou ser paralisada por alguns minutos. Quando retomou, o Vila Nova criou algumas chances, mas não conseguiu impedir a derrota que o deixa fora do G-4. Mesmo assim, marcou outro com o zagueiro Rafael Donato, aos 63.

Arivaldo Maia com ESTADÃO CONTEÚDO

 

Leão dançou: Sport rebaixa Sampaio, mas não sobe, continua na Série B
   26 de novembro de 2023   │     18:00  │  0

Leão goleia na Ilha do Retiro, mas não conta com tropeços de rivais e segue na Série B; time maranhense vê Chapecoense vencer e amarga rebaixamento.

Fim da linha na Série B para o Sport e para o Sampaio Corrêa. O Leão até fez a sua parte, vencendo o time maranhense por 4 a 1 na Ilha do Retiro. Mas foi tarde demais. O Rubro-negro já não dependia mais dele para conquistar o acesso à Série A. Durante algum tempo, o sonho estava se realizando e a equipe até terminou o primeiro tempo no G-4. Mas o time dependia de muitos resultados e tudo o que estava dando certo se desfez no decorrer da segunda etapa. O Sampaio quase se salvou, mas, apático, foi rebaixado no ano de seu centenário pela goleada e pela vitória da Chapecoense sobre o Vitória.

Primeiro tempo

O Sport entrou com uma postura totalmente diferente dos últimos jogos. Marcando em cima e se impondo sobre um Sampaio Corrêa que, correndo risco de rebaixamento, também precisava muito do resultado. As presenças de Wanderson e Fabrício Daniel, atuando como centroavante, foram as novidades de César Lucena para a partida e, no decorrer a da primeira etapa, se mostraram muito acertadas. Com certa facilidade, o Leão pressionava o Sampaio com jogadas pelos dois lados do campo. E foi numa delas, pela esquerda, que o Rubro-negro abriu o placar, com Wanderson fechando bem no meio da área. A pressão não cessou com o primeiro gol. O time continuou em cima e ampliou na reta final do primeiro tempo. Fabrício Daniel mostrou presença de área e contou com a trapalhada do zagueiro Gustavo Henrique, que colocou a bola contra a própria meta. No último lance da etapa, veio o terceiro gol, agora saindo direto dos pés de Fabrício Daniel. Após jogada esquerda, o atacante recebeu no centro da área e finalizou bem, sem defesa para o goleiro adversário.

Segundo tempo

A mesma facilidade que teve no primeiro, o Sport encontrou no segundo. O gol de Fabinho veio praticamente no primeiro lance da etapa. Em campo, estava tudo resolvido e todas as atenções foram para os resultados dos outros jogos. O banho de água fria veio com o primeiro gol do Atlético-GO sobre o Guarani, que tirou o Sport do G4. O clima da partida mudou completamente. Nas arquibancadas, ouvidos colados no rádio. Quando um possível gol do Criciúma diante do Novorizontino foi informado, a torcida se levantou. Era o retorno do Leão ao G4. Mas a alegria durou pouco e a notícia do gol anulado foi um banho de água fria. O Sampaio ainda marcou seu gol de honra de pênalti, mas o clima de melancolia foi o que perdurou até o fim da partida.

Decepcionante

O Sport termina a temporada de maneira melancólica. Mas quem olha o início do ano do Leão, não parecia que esse seria o fim. O Rubro-negro foi campeão pernambucano e chegou à final da Copa do Nordeste. Na Série B, sempre esteve cotado como favorito não só ao acesso, como ao título. Mas time e diretoria abusaram dos erros durante o campeonato e acabaram vendo a vaga na Série A fugir entre os dedos. Para se ter ideia do fracasso, o Leão se tornou o time que passou mais tempo de G4 na Série B a não conquistar o acesso.

Temporada para esquecer do Sampaio

O Sampaio Corrêa teve uma temporada amarga. Foi rebaixado no ano do centenário, em que não foi nem vice-campeão maranhense, eliminado na primeira fase da Copa do Brasil para o Maringá e eliminado na Copa do Nordeste… Pelo contexto de um ano que deveria ter sido histórico, o time acumulou só insucessos.

Arivaldo Maia e Redação do ge – Recife

Mirassol ganha e rebaixa o Tombense, mas vê o acesso na Série B bater na trave
     │     16:00  │  0

O Tombense está rebaixado na Série B do Campeonato Brasileiro. Neste sábado, o clube mineiro acabou perdendo para o Mirassol, por 1 a 0, no estádio Antônio Guimarães de Almeida, e acabou se juntando a ABC e Londrina. O Sampaio Corrêa também caiu. Já o clube paulista bateu na trave na luta pelo acesso.

Com o resultado, o Mirassol terminou a Série B em sexto lugar, com 63 pontos, apenas um a menos do que o Atlético-GO, quarto colocado. O Tombense, por sua vez, ficou em 18º lugar, com 37.

Tombense e Mirassol fizeram um primeiro tempo pegado, com entradas duras, que originaram quatro cartões amarelos, sendo três para o time mineiro, que criou as melhores oportunidades. Aos 21 minutos, Matheus Frizzo achou Keké dentro da área. O atacante cabeceou por cima do gol.

O jogo ficou aberto, com um leve domínio do Tombense. Ambas as equipes criaram, mas pecaram na finalização, tanto que os goleiros não precisaram brilhar. O time mineiro voltou a ameaçar aos 35, quando Egídio colocou a bola na cabeça de Fernandão. O atacante deu um leve desvio e jogou pela linha de fundo.

O Mirassol viveu o seu melhor momento nos minutos finais. O time paulista esboçou uma pressão, só que acabou anulado pelo Tombense. No apagar das luzes, reclamou muito de um pênalti em toque de mão de Egídio. O árbitro nada marcou e levou o 0 a 0 para o intervalo.

O segundo tempo foi mais eletrizante. O Mirassol saiu na pressão e quase marcou aos nove minutos. Negueba recebeu dentro da área e cabeceou para grande defesa do goleiro Felipe Garcia. A resposta do Tombense foi com Janderson. O atacante arriscou e colocou Alex Muralha para trabalhar.

O jogo ficou sem meio de campo. Era ataque de um lado, ataque do outro. Aos 32, foi a vez do Tombense quase tirar o zero do placar. Frizzo cruzou, Fernandão desviou e Alex Muralha salvou com o pé. A sobra ficou com Marcelinho, que carimbou o travessão.

Precisando vencer para escapar do rebaixamento, o Tombense precisou abrir mão da defesa e atacar. No entanto, acabou castigado. Aos 43, Julimar deixou com Lucas Ramon, que cruzou para Luiz Otávio. O zagueiro acertou uma cabeçada certeira para confirmar o triunfo. O Mirassol, porém, acabou ficando sem o acesso.

Arivaldo Maia com Redação do ESTADÃO CONTEÚDO

Ponte Preta 3 x 0 CRB – Ufa! Alívio geral no Majestoso
     │     5:00  │  0

Brasileirão - Série BPablo Dyego faz gol e faz a festa – (Foto: Ponte Preta Press)

Com quase dez mil torcedores, a Ponte Preta venceu o CRB com dois gols de Pablo Dyego e se mantém na Série B na próxima temporada. Confira !

O time paulista entrou em campo correndo o risco de ser rebaixado à Série C, porém, terminou a competição com 42 pontos, em 15.º lugar.

A Ponte Preta confirmou a sua permanência na Série B do Campeonato Brasileiro na próxima temporada ao vencer por 3 a 0 o CRB, ontem, no estádio Moisés Lucarelli, pela 38.ª rodada, a última da temporada. O time paulista entrou em campo correndo o risco de ser rebaixado à Série C, porém, terminou a competição com 42 pontos, em 15.º lugar. O CRB, em posição confortável, ficou com 57, em nono.

AS CAMPANHAS

Mesmo com uma campanha irregular, a Ponte Preta só esteve dentro do Z-4 – zona de rebaixamento – uma vez, na 35.ª rodada. Tudo depois de uma sequência negativa de dez jogos sem vencer, com seis derrotas e quatro empates. Um alívio depois de um primeiro semestre de sucesso com a conquista do título paulista da Série A2 que a devolveu à elite estadual.

Campeão alagoano, o CRB iniciou a Série B como um dos favoritos ao acesso, no entanto, acumulou tropeços e só se acertou com a chegada do técnico Daniel Paulista. Mas a reação foi insuficiente para garantir uma vaga na Série A, nem de atingir os 60 pontos, seu recorde na Série B.

APOIO, PRESSÃO E GOL

Contando com o apoio de sua torcida, a Ponte Preta iniciou o jogo demonstrando muita disposição ofensiva, sem dar espaços para o CRB. A história mudou aos 13 minutos, quando Fábio Alemão cometeu falta feia em cima de Pablo Dyego, que seguia em direção ao gol. Em princípio, o árbitro Leandro Pablo Vuaden (RS) apenas puniu o zagueiro com o cartão amarelo, mas alertado pelo VAR reconsiderou sua posição e aplicou o cartão vermelho.

O técnico Daniel Paulista logo recompôs sua marcação com a entrada do zagueiro Ramon Menezes no lugar do atacante Rômulo. Mas o time paulista seguiu em cima e abriu o placar aos 20 minutos. Feliphinho lançou Jeh, que dominou no peito e deu o toque na frente para Pablo Dyego. Ele ajeitou e bateu em diagonal fazendo 1 a 0.

Quase que o CRB empatou aos 33 minutos, momentos depois de uma troca forçada na defesa da Ponte Preta com a saída do capitão Fábio Sanches, machucado, para a entrada de Thomás Kayck. A nova dupla defensiva se arrumava quando um lançamento longo pegou João Paulo em velocidade. Na frente da área ele bateu forte e o goleiro Caíque França rebateu com a perna direita.

OUTRO GOL DE PABLO DYEGO

Mas logo no começo do segundo tempo, a Ponte Preta tratou de confirmar sua vitória. Artur desceu pelo lado esquerdo e fez o passe lateral para Pablo Dyego que chutou forte. O goleiro Julio César ainda tocou com as mãos na bola, mas não evitou o segundo gol no primeiro minuto. Este é o 11.º gol de Pablo Dyego na temporada, marcada por uma grave lesão no joelho que o obrigou a passar por uma delicada cirurgia.

Depois disso, o jogo esfriou. O CRB não esboçou reação e a Ponte Preta só ameaçou em contra-ataques esporádicos. A festa começou aos 28 minutos, quando Pablo Dyego, o herói da tarde, deixou o campo para a entrada de Paul Villero. O CRB assustou aos 32, quando Bruno silva acertou o travessão de Caíque França.

O técnico João Brigatti abriu os braços e cobrou seus jogadores. Aos 38 minutos, saiu o terceiro gol da Ponte Preta quando Paul Villero desceu em disparada pelo lado esquerdo e chutou rasteiro na saída do goleiro. Ao apito final, muita comemoração de quase dez mil torcedores presentes ao Majestoso. Festa da sofrida torcida pontepretana. Que 2024 seja com menos sufoco.

Associação Atlética Ponte Preta
Ponte Preta
Caíque França;
Maílton, Castro, Fábio Sanches (Thomás Kayck) e Artur;
Feliphinho (Wesley Fraga), Felipe Amaral, Ramon Carvalho e Elvis;
Pablo Dyego (Paul Villero) e Jeferson Jeh (Igor Torres).
Técnico: João Brigatti
CRB
CRB
Júlio César;
Matheus Ribeiro, Fábio Alemão, Saimon e Guilherme Romão;
Falcão, Lucas Lima e João Paulo (Rafael Longuine);
Mike (Bruno Silva), Léo Pereira (Renato) e Rômulo (Ramon Menezes).
Técnico: Daniel Paulista
Arivaldo Maia com matéria da Agência Futebol Interior