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Confira os destaques do seu Blog campeão de acessos, desta quinta, na Gazetaweb.com
   18 de janeiro de 2023   │     22:30  │  0

Maceió,11 de Setembro 2017 Especial Timaço da Gazeta, Arivaldo Maia. Foto: Gilberto farias

(Foto: AILTON CRUZ, colaborador Internacional do Blog)

CSA contrata, por empréstimo, jovem zagueiro do Internacional/RS

Caso de cirurgia

CSA informou após o empate com o ASA que o zagueiro Tito vai passar por uma cirurgia no tornozelo direito. O caso é considerado grave.

Após exames iniciais, ficou constada a fratura na fíbula do tornozelo direito, além de lesão ligamentar, e por isso, será necessário o procedimento cirúrgico para iniciar o tratamento de recuperação do atleta.

Mais notícias sobre a cirurgia e tempo de recuperação serão repassadas futuramente. O atleta já está recebendo todo atendimento necessário do departamento médico – explicou o clube.

CRB enfrenta o Aliança em Palmeira dos Indios

Louzer projeta data para estreia do colombiano Copete

CBF define arbitragem para Flamengo x Palmeiras

Fluminense sonha com o retorno do lateral Marcelo, ex-Real Madrid

Denner está regularizado pelo Galo e pode até fazer sua estreia nesta quinta-feira.

Benfica entra em contato e inicia negociação com Hugo Souza, do Flamengo

Murici vira jogo e vence o Cruzeiro em Arapiraca

Leia mais, muito mais na edição desta quinta, (19), do Blog preferido dos amantes do futebol na Gazetaweb.com

Arivaldo Maia com ge – Alagoas e Guilherme Magalhães – Gazetaweb

 

Cabeçadas no futebol: riscos, traumas e dúvidas sobre o futuro
     │     17:00  │  0

Pela primeira vez em Copas do Mundo, uma seleção pôde trocar no Catar um dos seus jogadores em campo sem queimar uma das substituições a que tinha direito. Foi a estreia da troca de atletas por concussão cerebral. A preocupação com esse tipo de lesão levou ao também inédito uso de um aparelho médico para avaliação imediata de casos de concussão, ainda no gramado, se necessário.

Mas o que levou a Fifa a se preocupar com este tipo de problema de saúde agora? Quais os riscos para os jogadores de futebol a curto e longo prazo em casos de choques de cabeça? E para praticantes mais jovens, como crianças e adolescentes das categorias de base dos clubes? Há risco de danos cerebrais em caso de simples cabeçadas na bola? Para responder estas perguntas, o Estadão foi atrás de estudos e especialistas em neurociência.

O GAROTO DE HARVARD

As concussões cerebrais, que se caracterizam pela perda temporária de consciência, se tornaram preocupação para a Fifa nos últimos anos, na esteira de um movimento encabeçado por lideranças científicas dos Estados Unidos há pelo menos 30 anos.

Um dos pioneiros foi o americano Christopher Nowinski, dono de uma das histórias mais improváveis da ciência do seu país. Formado em ciências sociais pela prestigiada Universidade de Harvard, Nowinski resolveu aproveitar seus quase dois metros de altura para se aventurar nas lutas de WWE, conhecidas no Brasil por “Telecatch”. Seu apelido era “The Harvard Boy” (o garoto de Harvard).

Mesmo teatralizados, os confrontos e as eventuais pancadas na cabeça causaram no americano a chamada Síndrome Pós-Concussional, que forçou sua aposentadoria na luta livre. Os sintomas, como tontura e confusão mental, fizeram Nowinski se interessar pelo tema. Ele foi fundo na pesquisa e, em 2006, transformou seus estudos no influente livro Head Games: Football’s Concussion Crisis (“Jogos de cabeça: a crise da concussão no futebol”, em tradução livre).

De acordo com a revista científica The Lancet, uma das mais importantes do mundo, o livro do americano “causou ondas de impacto por toda a NFL”, a liga de futebol americano dos EUA. A partir dali, a concussão cerebral se tornou um dos temas esportivos mais pesquisados no país. Nowinski, por sua vez, se aprofundou no tema. Tornou-se um neurocientista, obteve o título de PhD e ajudou a fundar a Concussion Legacy Foundation, entidade focada em estudos ligados à concussão.

A fundação, por sua vez, se tornou uma das entidades científicas mais poderosas dos Estados Unidos, com orçamento de dar inveja a grandes universidades. Não por acaso começou a financiar estudos ligados ao tema até em instituições brasileiras nos últimos anos – o estudo do cérebro do ex-boxeador Éder Jofre, por exemplo, é bancado pela entidade americana.

Enquanto crescia, a fundação ganhava espaço na imprensa, apresentando às famílias dos EUA os riscos apresentados pelo futebol americano praticado pelos seus filhos nas escolas. Como consequência, outros esportes, de menor impacto, ganharam atenção e cresceram entre o público americano, como o futebol tradicional. Não demorou, portanto, para os riscos da modalidade começarem a ser observados de perto, a partir da década de 2010.

RISCOS DO FUTEBOL TRADICIONAL

Com certo atraso, estas preocupações chegaram à Europa nos últimos anos. E, em agosto de 2022, a International Football Association Board (Ifab), entidade que define as regras do futebol, recomendou que crianças de até 12 anos evitem cabeçadas na bola. Os árbitros de campeonatos de base até receberam orientação para marcar falta nos jogos nestes casos.

Em comunicado, a Ifab disse que a medida é fruto de cuidados “a curto e a longo prazo”. “Esta preocupação se torna aguda quando os jogadores são crianças porque seu corpo, seu cérebro e suas habilidades motoras estão ainda em desenvolvimento e talvez não tenham a força física e nem a experiência suficientes para minimizar possíveis riscos”, explicou a entidade.

O neurologista brasileiro Renato Anghinah explica que, no caso das crianças, a preocupação está no choque entre cabeças e também no choque entre cabeça e corpo, principalmente porque os pequenos atletas ainda estão com seus cérebros em formação. A curto prazo, elas podem sofrer um Traumatismo Cranioencefálico (TCE). Depois de muitos anos, o risco está na chamada encefalopatia traumática crônica, doença do cérebro causada por inúmeras e repetitivas pancadas ao longo do tempo.

“Quanto maior o tempo de exposição às pancadas, maior a chance de desenvolver essa doença. Se eu proíbo as cabeçadas na bola, principalmente nesta fase de formação, quando o cérebro está em desenvolvimento, eu estou ganhando duas coisas: vou evitar que eventualmente provoque algum dano numa fase ainda em formação e estou diminuindo o tempo de exposição destas crianças. Reduzo, assim, de 25 a 30% o tempo de exposição que estes indivíduos tiveram aos traumas de crânio”, disse ao Estadão Renato Anghinah, do Hospital das Clínicas e livre docente em neurologia pela USP (Universidade de São Paulo).

A preocupação dos especialistas, no momento, é quanto aos efeitos das cabeçadas (mesmo aquelas somente na bola), a longo prazo. No estudo, Lasmar, Caramelli e outros cientistas estimam que um jogador profissional alcance o número de 300 jogos numa carreira bem-sucedida, o que poderia gerar cerca de 2 mil cabeçadas na bola ao longo de uma trajetória profissional nos gramados.

Em breve artigo na revista Nature, os neurocientistas britânicos William Stewart e Alan Carson afirmam que ex-jogadores de futebol da Escócia analisados em pesquisa apresentaram maiores chances de doenças neurodegenerativas, como demência, Mal de Parkinson e de Alzheimer após a aposentadoria.

“Apesar de fazer parte do futebol desde a sua criação, poucos estudos avaliaram os efeitos a curto e longo prazo da cabeçada. Mesmo assim, em estudos de imagem do cérebro, declarações sobre cabeçadas no futebol são relacionadas a mudanças verificáveis na estrutura do cérebro”, apontam os pesquisadores no artigo intitulado “Heading in the right direction”, um trocadilho com a palavra “heading”, que significa “cabeçada” e também “ir”.

Também cauteloso, o estudo destaca que problemas cognitivos verificados em ex-atletas de 50 e 60 anos podem ter outras causas. Mas não descartam eventuais mudanças radicais no esporte, caso novas pesquisas apontem maior relação entre as cabeçadas e problemas de saúde a longo prazo.

Especialistas do mundo científico não descartam mudanças radicais na prática do futebol no futuro em caso de eventuais estudos a confirmarem danos cerebrais. Um jogo sem a permissão de cabeçadas na bola ou a utilização de capacetes estariam entre os cenários hipotéticos.

PROFISSIONALIZAÇÃO DA GESTÃO

Anghinah e Chaddad pedem mais pesquisas na área, principalmente com atletas já aposentados. Eles lembram que os problemas no cérebro só aparecem quando os jogadores já deixaram os gramados. E acreditam que, pela onda de profissionalização da gestão dos clubes de futebol, haverá maior abertura para pesquisas no futuro.

“Com as SAFs, os clubes passam a ter um dono. E o dono é o responsável pelo que acontece com o elenco do time. Hoje, se um clube sem SAF sofre algum problema, não acontece nada com o presidente. Já com a SAF os donos vão sofrer um processo ou perder dinheiro”, afirmou Chaddad.

Arivaldo Maia com Redação do ESTADÃO CONTEÚD

 

 

 

Confira os relacionados do CSA para disputa a Copa São Paulo Futebol Júnior
   3 de janeiro de 2023   │     13:30  │  0

CSA conta com 23 jogadores na Copa São Paulo — Foto: Divulgação/CSA

CSA conta com 23 jogadores na Copa São Paulo — (Foto: Divulgação/CSA)

Azulão conta com 23 jogadores e estreia amanhã contra o São Bernardo.

O CSA estreia amanhã na Copa São Paulo de Futebol Júnio, contra o São Bernardo. A delegação azulina está no interior paulista e tem o elenco formado por 23 jogadores. O time será comandado pelo técnico Dorian Melo.

Entres os relacionados para a Copinha estão o zagueiro Almir Luan, o lateral Erik e o atacante Dedé, que integram o grupo principal do CSA.

Almir Luan se recupera de lesão e não viajou com o grupo. Ele dever se encontrar com a elenco na quinta-feira.

Na última quinta-feira, a garotada azulina enfrentou o CRB, que também vai disputar a Copinha. O jogo-treino terminou 0 a 0.

A primeira partida do CSA na competição será contra o São Bernardo, às 15h15 desta quarta. Na sequência, o time encara o encara o Operário-PR e o Bahia.

Elenco do CSA

Goleiros: Lukinhas e Diego
Laterais: Neguinho, Jeffinho, Erik e Cicero
Zagueiros: Almir Luan, Victor, Jacone e Piauí
Volantes: Cesinha, Boi, Tôledo e Vitão,
Meias: Pedrinho, Jacó, Juninhoe Esquerdinha
Atacante: Dedé, Goiano, Elvis, Pedro e Wenderson

Arivaldo Maia com Redação do ge – Alagoas

Em São Paulo, CRB conta com 20 atletas para disputa da Copinha
     │     12:00  │  0

Time sub-20 que disputou o Alagoano — Foto: Augusto Oliveira/FAF

Time sub-20 que disputou o Alagoano — (Foto: Augusto Oliveira/FAF)

O CRB está pronto para disputar a Copa São Paulo de Júnior 2023. No último domingo, o elenco regatiano viajou para a maior competição de base do país. A competrição reúne 128 equipes com jogadores nascidos entre 2002 e 2007 (15 a 21 anos).

Integrante do Grupo 21, ao lado de Camboriú-SC, Ituano e Desportivo Brasil-SP, a equipe alagoana terá como sede a cidade de Porto Feliz e conta com 20 jogadores na delegação (confira a relação ao final da matéria). O técnico será Daniel Barboza.

A estreia do CRB na Copa São Paulo está marcada para o dia 4 de janeiro, às 15h15, contra o Camboriú, no Estádio Municipal Ernesto Rocco (Rocco).

A competição será disputada entre 2 e 25 de janeiro, data do aniversário da capital paulista. São 128 equipes, divididas em 32 grupos com quatro times. Os dois melhores de cada chave avançam à fase de mata-mata.

Na fase de preparação para a Copinha, o CRB disputou um jogo-treino, contra o CSA, no Ninho do Galo. O placar ficou em 0 a 0.

Elenco do CRB na Copinha

 

Goleiros: Matheus Oliveira e Pablo Neves;
Laterais: 
Petrhus Ferreira, Davi Gomes, Willian Cláudio e Rodrigo Jessé;
Zagueiros: 
Kaio Emílio, Saymon Victor, Anthony Kauê;
Volantes: 
José Michel, Eduardo Ramon, Eduardo Calheiros e Gabriel Loretti;
Meias: 
Carlos Henrique e Hiwis Eduardo;
Atacantes: 
Jailson Cauã, Riquelme Santos, Renê Américo, Cauã Cristian e Gabriel Gomes.

Arivaldo Maia e Redação do ge – Alagoas

 

 

Sem dinheiro para figurinhas, menino desenha seu próprio álbum da Copa
   2 de setembro de 2022   │     3:00  │  0

 

João Gabriel desenho o seu próprio álbum da Copa do Mundo (Arquivo Pessoal/João Teixeira)

João Gabriel desenhou o seu próprio álbum da Copa do Mundo – (Foto: Arquivo Pessoal/João Teixeira)

 

João Gabriel, de 8 anos, usou a criatividade e fez, inclusive, o cromo ‘raro’ de Neymar.

Com o aumento do preço das figurinhas da Copa do Mundo em relação ao último Mundial, alguns torcedores deixaram de colecionar o álbum. Outros, como o pequeno João Gabriel, de 8 anos, colocaram a imaginação para funcionar. O menino de Goiânia criou as próprias figurinhas em forma de desenho.

– Passou uma reportagem sobre o álbum da Copa e ele disse que queria um álbum. Eu cheguei do serviço e ele disse que já tinha um. Quando fui ver, ele me explicou o que tinha desenhado – disse João Teixeira, pai de João Gabriel, ao portal ‘G1’.

João Teixeira é feirante em Goiânia e vive com a família com cerca de um salário mínimo por mês. O menino, inclusive, desenhou a figurinha ‘rara’ de Neymar, que é avaliada em mais de R$ 9 mil. O preço atual do pacote de figurinhas é de R$ 4, e para completar o álbum é preciso um gasto de no mínimo R$ 536.

– Não tem como não emocionar, a felicidade é tanta que eu fico sem palavras de ter alguém com tanta criatividade. Ele fez as figurinhas e colocou o nome de cada jogador. Fez até dos juízes. Eu nem acreditei – emendou o pai da criança.

João Gabriel desenhou seu próprio álbum da Copa (Arquivo Pessoal)

João Gabriel desenhou seu próprio álbum da Copa – (Foto: Arquivo Pessoal)

Foto: Lance

Arivaldo Maia com  Redação do Lance!