Novamente no Flamengo, Gerson comemora retorno ‘para casa’, rechaça frustração na Europa e defende futebol brasileiro
   6 de janeiro de 2023   │     17:00  │  0

Gerson representra contratação de alta qualidade – (Foto: Divulgação / Flamengo)

Jogador, de 25 anos, voltou ao Brasil após experiência no futebol francês.

Pouco mais de um ano depois de aceitar a oferta do Olympique de Marselha, Gerson, de 25 anos, está de volta ao Flamengo. Na apresentação realizada ontem, no Ninho, o meia comemorou o retorno e agradeceu o esforço dos dirigentes do Rubro-Negro para sua contratação.

“Eu estou muito feliz em estar de volta a minha casa. Agradeço ao presidente, ao Marcos e ao Bruno, realmente era uma negociação muito difícil, eles tiveram que ser incansáveis. Eu já estava ficando um pouco nervoso porque queria resolver logo, mas graças a Deus tudo aconteceu bem”, afirmou.

Sobre sua passagem no futebol francês, Gerson negou que tenha se frustrado ou fracassado pelo Olympique. O jogador, de 25 anos, exaltou seus números na temporada europeia de 2021/2022.

“Falaram em frustração, né, e é uma coisa que eu acho que não teve. Fizemos grandes coisas lá.

Em número de participações foi meu melhor momento na carreira, nos classificamos para a Champions League. Eu não vejo frustração nenhuma, fui bem, mas infelizmente eu não tive um bom convívio com o treinador que chegou e eu optei em seguir minha vida de uma outra forma.

As pessoas que falaram isso não me acompanharam direito lá, e eu sei o que eu fiz lá”, disse.

Por fim, Gerson exaltou a qualidade do futebol brasileiro e dos jogadores que atuam no país.

Na opinião dele, há um erro de análise em relação a inferioridade em relação aos europeus.

“Nós mesmos brasileiros erramos muito nesse sentido, porque nós temos sempre os melhores jogadores e ajudamos muito os europeus indo para lá. Nós mesmos criticamos o nosso futebol, e podíamos fazer aqui um futebol de elite. E sempre se fala que voltar para o Brasil é um tiro no pé, e isso dá força para eles falarem mal do nosso futebol”, finalizou.

Arivaldo Maia com Mais artigos de O Dia