Brasil pode disputar Campeonato Gaúcho com time emprestado
   18 de janeiro de 2009   │     0:08  │  0

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Uruguaio Cláudio Milar (34), uma das vítimas, era o maior ídolo do Brasil de Pelotas

Uma reunião programada para esta segunda-feira, na sede da Federação Gaúcha de Futebol, poderá definir a participação do Brasil, de Pelotas, no campeonato estadual do Rio Grande do Sul, com um time emprestado. Na sexta-feira, quando a tragédia com a delegação do time pelotense se tornou pública – morte de dois jogadores, do preparador de goleiros, e mais de uma dezena de feridos em um acidente de ônibus -, os dirigentes de Internacional e Grêmio já haviam manifestado a intenção de liberar atletas sem custo algum para o time rubro-negro, e ontem a idéia foi reforçada pelo presidente da Federação, Francisco Noveletto Neto.

O dirigente afirma já ter oito atletas que podem ser emprestados ao Brasil, graças à liberação desses por parte de empresários que detêm os direitos financeiros deles. Um desses empresários é Jorge Machado, que possui jogadores com direitos federativos ligados ao Inter, mas como esses não serão aproveitados pelo Colorado na temporada, poderão ir para o estádio Bento Freitas, em Pelotas. É o caso dos atacantes Porcellis e de Rodrigo Paulista, esse último jogador que estava inclusive cotado para ir atuar em Recife, ou no Náutico ou no Sport.

Francisco Noveletto já anunciara, na sexta, durante o velório dos jogadores Cláudio Miar e Régis, que a Federação estava doando R$ 50 mil, para ajudar o Brasil e os familiares das vítimas.

Outra possibilidade que será discutida na reunião de amanhã, com participação de representantes de todos os cubes, é a concessão de licença ao Brasil nesta temporada, sem risco de rebaixamento e ainda com direito às verbas a que teria direito se estivesse em atividade, caso das cotas da televisão.

O certo é que o jogo de estreia do Brasil no Gauchão, que estava marcado para quinta-feira, contra o São José de Porto Alegre, foi cancelado. As partidas seguintes também podem ser adiadas, mas, como lembra Noveletto, “o problema é que o calendário nacional não nos deixa muitas datas para que possamos ajeitar a nossa tabela regional”.

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