Estádio Paulo Machado de Carvalho não vai mudar de nome, assegura presidente do Consórcio Allegra Pacaembu
   20 de fevereiro de 2024   │     3:00  │  0

Projeção gráfica de como deve ficar o estádio Paulo Machado de CarvalhoProjeção gráfica de como deve ficar o estádio Paulo Machado de Carvalho –

(Foto: Divugação/Allegra Pacaembu)

O jornalista Wanderley Nogueira entrevistou Eduardo Barella, presidente da Progen e do Consórcio Allegra Pacaembu para o podcast Nossa Conversa, hospedado no site da Jovem Pan. A Allegra Pacaembu é responsável por administrar o Complexo Pacaembu, composto pelo estádio Paulo Machado de Carvalho e o Centro Poliesportivo. O consórcio venceu a licitação de concessão pelo valor de R$ 111 milhões por 35 anos.

Wanderley Nogueira: O valor de R$ 111 milhões é pago à vista, de forma mensal, anual? Como esse valor chega aos cofres da prefeitura?

Eduardo Barella: O valor ofertado pela concessionária foi de R$ 111 milhões, como você mesmo colocou. Este foi um certame licitatório, ou seja, foi uma concorrência entre quatro participantes da qual saímos vencedores. Existia, no certame licitatório, um regramento em relação ao pagamento da outorga. A outorga mínima foi R$ 35 milhões e definia como vencedor quem pagasse o maior valor. Nosso valor foi de R$ 111 milhões, e o edital previa que fosse paga a diferença entre o valor mínimo e o valor ofertado. Portanto, antes do contrato ser assinado, nós fizemos um pagamento no valor aproximado de R$ 80 milhões. A diferença deste valor começou a ser paga no ano passado e será paga em dez prestações reajustadas. Portanto, este foi o valor apenas para que nós assinássemos o contrato de concessão.

WN: Dez prestações reajustadas anuais?

EB: Sim, anuais. Do 4º ao 14º ano são dez prestações do valor mínimo. E, como eu já disse, a diferença já foi paga, antes mesmo da assinatura do contrato de concessão.

Arivaldo Maia, Wanderley Nogueira e Vinicius Alexis – Redação da Jovem Pan – São Paulo