Candidato à oposição do Corinthians critica Mano até 2025: ‘Aberração administrativa’
   30 de setembro de 2023   │     19:00  │  0

augusto melo, candidato à presidência do Corinthians

Augusto Melo é candidato à oposição do Corinthians – (Foto: Reprodução/ Jovem Pan Esportes)

Augusto Melo afirma que o vínculo do técnico deveria ser mais curto, já que a eleição no clube está marcada para ocorrer em novembro deste ano.

Candidato à presidência do Corinthians pela “A Frente Ampla de Oposição”, Augusto Melo emitiu um comunicado na tarde desta quinta-feira, 28, para criticar o acordo feito pelo atual gestão com o técnico Mano Menezes. Em nota, o opositor do atual presidente Duílio Monteiro Alves detonou o contrato do técnico, válido até dezembro de 2025. No texto, Melo afirma que o vínculo deveria ser mais curto, já que a eleição no clube está marcada para ocorrer em novembro deste ano.

“A menos de dois meses das eleições, qualquer um com mínimo de bom senso entende que a contratação de um treinador, peça fundamental na montagem do planejamento para a próxima temporada, deveria ser delegada ao próximo presidente. Ou, no mínimo, mostrar grandeza para deixar política e vaidade de lado e reunir os candidatos para definir nome de consenso”, diz o comunicado.

“Porém, como grandeza, planejamento, competência e bom senso definitivamente são termos que não definem o grupo comandado por Andrés Sanchez e que há 16 anos trata o Corinthians como propriedade pessoal, somos obrigados a conviver com mais uma aberração administrativa dessa gente. O resultado, todos já sabem, é desastroso e deixa explícita a incompetência dos atuais dirigentes.

O Corinthians chega a seu quinto técnico no Campeonato Brasileiro”, acrescenta Melo. Apesar de deixar claro que Mano Menezes não é seu nome preferido, o candidato afirmou que respeitará o treinador, caso seja eleito. “Nosso posicionamento já foi dado. Vamos torcer para que os resultados apareçam em campo.

Uma vez vencidas as eleições, vamos agir com todo o respeito ao profissional e analisar o trabalho realizado nesse curto tempo”, disse Augusto Melo, para completar. “A responsabilidade por qualquer consequência desse processo é exclusiva daqueles que fizeram parte dele”, finalizou.

Arivaldo Maia com Redação da Jovem Pan – São Paulo