Category Archives: volei

Bernardinho reclama das mudanças nos sets
   28 de setembro de 2013   │     0:06  │  0

A tendência é ver Bernardinho ainda mais nervoso na próxima temporada

A tendência é ver Bernardinho ainda mais nervoso na próxima temporada

O técnico Bernardinho reclamou das mudanças impostas na pontuação dos sets de vôlei na Superliga 2013/2014. Segundo o treinador, a alteração de 25 para 21 pontos é uma maneira de resumir o tempo dos jogos e que vai confundir o trabalho dos jogadores brasileiros.

“Vamos jogar a Superliga, que tem sets de 21 pontos, logo depois viajamos para jogar o Mundial, com 25 pontos, então voltamos para a Superliga e muda tudo novamente. É claro que isso prejudica a preparação. Isso é culpa da TV que quer jogos mais rápidos. Superliga não é o laboratório para isso, é o principal campeonato de vôlei nacional e não deve ser usado para testes.”, criticou Bernardinho.

Os direitos de transmissão da Superliga de Vôlei, tanto masculina quanto feminina, pertencem à Globo. Embora exiba apenas a final do torneio, a emissora carioca possui parcerias com a Sportv, para transmissão em TV fechada, e Esporte Interativo, para TV aberta.

Como solução para o desejo da televisão, o treinador sugeriu que a mudança poderia ter sido feita no tempo entre o fim de um ponto e o saque seguinte. “Se querem jogos mais curtos, poderiam determinar dez segundos entre um ponto e outro, em vez de 15, isso já mudaria bastante”, completou o técnico.

Bernardinho ainda criticou a inclusão de dois times na Superliga e o calendário repleto de partidas, que, segundo ele, prejudica a qualidade dos jogos e aumenta as chances de contusões. O Unilever, por exemplo, time comandado pelo treinador, poderá disputar até seis campeonatos até a metade do próximo ano.

Bernardinho treina atualmente a equipe feminina da Unilever e a seleção masculina de vôlei, comandada por ele desde 2001. Ao longo de 20 anos de carreira como técnico, o profissional acumula mais de 30 títulos importantes.

Bruninho é eleito melhor levantador do mundo por site italiano
   22 de fevereiro de 2013   │     0:05  │  0

Bruninho teve seu trabalho reconhecido pelos italianos

Bruninho teve seu trabalho reconhecido pelos italianos

 

O levantador Bruninho, que defende o RJX e a Seleção Brasileira, foi eleito o melhor do mundo e vencedor do prêmio Volleyball Globe, organizado pelo site italiano Volleyball.it.

Ele foi o único atleta que atua no Brasil na seleção do prêmio.

A eleição é feita através de um sistema de “confronto direto” entre os jogadores. Bruninho superou todas as etapas e fez a decisão com o compatriota Raphael, destaque do time italiano Trentino. O levantador do RJX venceu com 52% dos votos.

“Já joguei na Itália e conheço o prestígio do Volleyball Globe. Fiquei muito feliz por ter sido eleito e quero agradecer a todos que participaram da votação e que torceram por mim. Muito mais do que meu, esse prêmio é do voleibol brasileiro”, afirmou Bruninho, que jogou no Casa Modena, em 2011.

Um ano após ouro em Pequim, Brasil conquista oitavo título do Grand Prix
   24 de agosto de 2009   │     0:04  │  0

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Fabi, líbero brasileira, fez a festa no Japão

TÓQUIO (Japão) – 23 de agosto pode ser considerado um dia de sorte para o voleibol feminino brasileiro. Se em 2008 a data ficou marcada pelo título olímpico da equipe verde-amarela, em 2009 ela entrará pela história com a conquista da oitava taça do Grand Prix. No dia de ontem, o Brasil assegurou o título do torneio ao bater o Japão por 3 sets a 0, parciais de 25/21, 27/25, 25/19 e 25/19.

As comandadas de José Roberto Guimarães entraram em quadra pressionadas pela vitória da Rússia sobre a Holanda por 25/20, 25/23 e 25/21, mas, apesar de um confronto complicado, mantiveram a tranquilidade para derrotar o time da casa.Os resultados, aliás, demonstraram a importância da virada em cima das russas logo na primeira partida da fase final. Na ocasião, o combinado nacional salvou dois match points no tie-break, reação que acabou por tirar o título da Rússia, que teve que se conformar com o vice.

Desde 2004, o Brasil perdeu somente a edição de 2007 do Grand Prix, quando ficou com o quinto lugar. Este é o quarto título da seleção este ano, que já havia vencido o Montreux Volley Masters, a Copa Pan-americana e o Torneio classificatório para o Mundial, mostrando a força do início do trabalho visando Londres-2012, agora sem as experientes Fofão e Walewska.

Zé Roberto ainda não pôde contar com duas importantes jogadoras: machucada, Paula Pequeno não vestiu a camisa amarela nesta temporada, assim como Jaqueline, dispensada para cuidar da vida pessoal. Melhor para Natália, de 20 anos, que provou no Grand Prix também merecer uma vaga na seleção.

Aniversariante do dia, Mari alternou momentos muito bons com outros ruins, especialmente na recepção, e foi substituída por Natália no terceiro set. A caçula da seleção já havia saído de quadra na primeira etapa para dar lugar a Sassá, maior pontuadora da partida com 19 acertos.

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Para acabar com polêmica, CBV lança bola com chip
   15 de maio de 2009   │     0:03  │  0

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A ideia não é nova e nem o projeto começou ontem. Porém, a bola de vôlei com chip, desenvolvida desde 2005 pela Penalty e pela 3RCorp com o apoio da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), finalmente foi apresentada ontem e deve tornar-se realidade ainda em 2009.

A intenção é acabar com lances polêmicos na modalidade. Através de um sistema que envolve oito antenas, seis câmeras e um palm (que serve para o juiz receber informações), a bola com chip pretende fazer com que a dúvida de se uma bola foi para fora ou não vire coisa do passado.

“Ninguém quer investir no esporte para perder por conta de erro do juiz. Isso envolve profissionais, dinheiro e quanto menos erros ocorrerem, melhor para nós”, afirmou o presidente da CBV, Ary Graça.

Ainda em 2005 foi realizada uma apresentação da bola, cuja estreia era prevista para menos de um ano. Porém, problemas com o carregamento da bateria do chip e com a precisão (33% dos lances apresentavam até 9 cm de erro) fizeram o projeto atrasar.

Agora, assegura a Penalty, tudo está pronto e sem chance de erro – a defasagem máxima de onde a bola cair para o dado que o chip enviar é de apenas 2,5cm. De qualquer forma, entretanto, câmeras posicionadas na linha servirão para que os árbitros tirem possíveis dúvidas – a partir daí, ele decidirá o que fazer.O juiz decide se vai acatar o que a bola mostra, mas se tomar uma decisão muito absurda vai se ver com a CBV depois”, brincou Ary. O emprego dos juizes de linha também está assegurado por enquanto, visto que eles seguirão necessários para saber se alguém tocou ou não antes de uma bola ir para fora ou se o jogador infringiu alguma regra na hora de sacar.

O problema da bateria, que dura seis horas, foi solucionado com a introdução de uma espécie de caneta no mesmo orifício em que a bola é enchida. No total, o projeto custou cerca de US$ 2 milhões, tudo bancado pela Penalty.

“É diferente do sistema que atualmente é usado no tênis: o jogo, por exemplo, não precisará ser parado, pois os dados estarão na hora disponíveis para o juiz. Além disso, será mostrada a própria imagem e não um desenho”, comentou Roberto Estefano, presidente da Penalty.

Porém, apesar de tanta tecnologia, ainda não se sabe quando, efetivamente, a nova bola estará em quadra. “Será uma decisão da Penalty, pois há um problema de custo”, admitiu Ary Graça – a instalação de câmeras e antenas custa aproximadamente R$ 100 mil. A partir daí, há o gasto do monitoramento por jogo, algo em torno dos R$ 30 mil. São precisos cinco dias de antecedência para que tudo esteja pronto e testado.

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