Category Archives: Narradores

Confira o time de narradores da Rede Globo para a Copa do Mundo
   9 de abril de 2018   │     15:55  │  0

Gustavo Villani, Cléber Machado, Galvão Bueno, Luís Roberto, Rogério Corrêa e Rembrandt Junior narrarão a Copa

Gustavo Villani, Cléber Machado, Galvão Bueno, Luís Roberto, Rogério Corrêa e Rembrandt Junior narrarão a Copa -(Foto: Globo/ João Miguel Júnior

A Rede Globo já definiu seu time de narradores para a Copa do Mundo da Rússia. Recém-contratado, Gustavo Villani é a novidade da equipe.

Cléber Machado, Galvão Bueno, Luis Roberto, Rogério Corrêa e Rembrandt Junior completam o time responsável pela transmissão dos 64 jogos da Copa do Mundo da Rússia na Globo – sendo que 56 serão ao vivo. As informações são do colunista Flávio Ricco.

Galvão, Cléber e Luís Roberto estarão na Rússia. Já Villani, Rogério e Rembrandt irão narrar as partidas do estúdio no Brasil.

Blog com O DIA

Galvão reclama de notícias falsas sobre ele e desabafa: ‘Tão agredido que estou cascudo’
   5 de abril de 2018   │     0:03  │  0

Galvão desabafou sobre notícias falsas

O narrador Galvão Bueno, (foto acima), no programa ‘Bem, Amigos’, do canal ‘Sportv, fez um desabafo acerca de notícias falsas e ofensas destinadas a ele na internet. Após se manifestar incomodado com o racismo com o zagueiro Paulão, do Vasco, Galvão cobrou uma punição para os agressores que se aproveitam, muitas vezes, de perfis anônimos para distribuir ódio.

“As ofensas, a forma com que se agridem as pessoas. Eu sou tão agredido que estou cascudo, é tanta mentira que se escreve a meu respeito. É claro que escrevem muita verdade, recebo elogios, recebo críticas e nós criticamos. Se querem me criticar, que critiquem à vontade, mas sem mentiras, notícias falsas ou meias verdades. Será que existe alguma forma de coibir isso?”, indagou o narrador da Rede Globo.

“Pessoas que colocam notícias mentirosas, o que é uma violência, têm que ser localizadas, processadas e presas”, completou. “As ofensas racistas nas redes sociais contra o zagueiro do Vasco, o Paulão, são lamentáveis. Isso é um absurdo, tem que existir de alguma forma um jeito de se localizar essas pessoas, que têm que ser processadas e presas”, cobrou Galvão.

“A intolerância está acabando com tudo”, desabafa Galvão
   27 de fevereiro de 2018   │     0:03  │  0

Resultado de imagem para Galvão Bueno

 

Os casos de violência que afetaram o futebol nos últimos dias foram motivos de desabafo do narrador e apresentador Galvão Bueno, (foto acima). Indignado, o narrador falou durante o programa ‘Bem Amigos’ sobre as ameaças que o comentarista Juninho Pernambucano recebeu pelas redes sociais. Falou sobre a confusão do Ba-Vi e frisou que a intolerância está grande não só no futebol.

— A intolerância é que está acabando com tudo, não é só o futebol. É um comentarista fazer um comentário e receber ameaça de morte, é o jogador dançar aqui e ser agredido, é intolerância. Eu também acho que nesse mundo de hoje [é bom evitar], mas a questão é essa intolerância. — comentou Galvão — O Vinicius não tem que… ‘Ah, é a dança que ele sempre faz, é o créu, faz nas redes sociais’. Faz na sua torcida, não vai fazer na torcida dos outros, porque desencadeia tudo isso. Mas não devia era desencadear, Caio. — completou.

Durante o programa o apresentador aproveitou para falar sobre exemplos que são passados para a sociedade:

— São os maus exemplos que vêm de cima, essa imundice que é jogada na nossa cara todos os dias.Nós temos que parar de ser bonzinhos, porque é uma imundice jogada em cima da gente que vem das mais altas esferas do país, na parte política, empresarial, naquele que suborna, naquele que é subornado, naquele que faz a intermediação. E aí vai para a violência. O Rio vive, sim, um momento de… — comentou o narrador — O Brasil tem cinco títulos mundiais, que é bom dizer que é pentacampeão mundial, não é? O Brasil é bicampeão mundial de basquete, não é bacana? E quantas medalhas olímpicas, e quantos campeões? O Brasil é o país de maior consumo de crack no mundo. O Brasil é o país por onde passa a maior quantidade de droga do mundo. E o Brasil se não me engano é o segundo maior consumidor de cocaína do mundo. Isso é título para ter? O que isso tem a ver com esporte? Tá tudo dentro do mesmo pacote, tá tudo dentro da mesma panela, com a mesma pressão existindo por ali. — completou.

Galvão bateu na tecla da intolerância mais uma vez, mas acredita que cada um fazendo a sua parte as coisas podem melhorar:

— Não é possível que as pessoas sejam tão intolerantes? Não é possível que não se possa ter uma opinião, que não se possa festejar um gol. Não é possível ser possível o que está acontecendo. Vamos esperar, pensar de forma positiva é bom, mas é preciso que aqueles tenham algum poder realmente de tocar a opinião pública façam a sua parte. Ajuda, cada um fazendo a sua parte e deixando claro que não pode é continuar do jeito que está. Não estou aqui discutindo decisões políticas ou administrativas, porque não me cabe isso e não seria nem ético, a minha função é emitir, sim, opiniões e conceitos de valores na parte esportiva. Para isso eu estou aqui, mas estamos vivendo um momento muito difícil — finalizou.

Blog com Terra Esportes

Phelps revela crises de depressão ‘pós-olímpica’ e diz que considerou suicídio
   24 de janeiro de 2018   │     0:04  │  0

Michael Phelps

O americano Michael Phelps, (foto acima), nadador mais vitorioso da História, revelou que sofreu graves episódios depressivos durante a carreira. Um deles o levou a pensar em suicídio depois dos Jogos Olímpicos de Londres-2012.

“Depois de cada Olimpíada, creio que tive um período de depressão”, explicou o agora aposentado esportista, em uma conferência de Chicago, Illinois.

Da competição de Londres, que lhe rendeu quatro medalhas de ouro, sucede-se uma crise que o levou “ao fundo do poço”. Ele superou a depressão e voltou a disputar os títulos na Olimpíada do Rio, na qual anunciou a aposentadoria.

“Não queria nadar mais, nem sequer queria viver mais (…) Então pensamos em suicídio. Nunca estive tão mal, fiquei enclausurado na minha casa durante três ou cinco dias, sem comer, apenas dormindo, sem vontade de viver”, revelou o americano.

Phelps ficou um ano fora do esporte até superar a depressão e voltar às piscinas para se sagrar o maior campeão da História, com 23 títulos olímpicos.

A primeira depressão pós-olímpica ocorreu depois de Atenas-2004, na qual venceu seis provas. Quatro anos mais tarde, após romper o recorde do compatriota Mark Spitz ao ganhar oito medalhas de ouro em Pequim-2008, o americano recorreu ao álcool. Uma foto sua com maconha rodou o mundo.

“Foi para escapar dos problemas com que tive de lidar”, argumentou o nadador, que encontrou um novo sentido ao ser pai de Boomer, em 2016, e se casar com Nicole Johnson, ex-Miss Califórnia.

Blog com EXTRA

Galvão Bueno cogita ir à Copa do Catar… como comentarista
   3 de outubro de 2017   │     0:03  │  0

Galvão: "Para falar a verdade, nunca quis me aposentar"
Galvão: o brilhante narrador interminávelllllllllllllllllllllllllll, terá 72 anos na Copa do Catar (Foto: Sergio Zalis/TV Globo)

 

O narrador Galvão Bueno dizia que se aposentaria após a Copa de 2014 no Brasil. Mudou de ideia, conforme admitiu em entrevista à VEJA naquele ano e, com contrato com a Rede Globo até 2019, é presença garantida no Mundial da Rússia. Mais uma vez, Galvão diz que esta será sua última Copa – ao menos como narrador. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo publicada na última segunda-feira, o “vendedor de emoções” cogitou ir à Copa do Catar, em 2022, em outras funções.

Sobre seus planos frustrados de aposentadoria, Galvão despistou. “Isso foi um mal-entendido. Eu não sei fazer outra coisa. Eu amo o que faço. (…) Naquele momento não me via fazendo a transmissão dos Jogos da Rússia em 2018… Muito provavelmente a Rússia seja a derradeira, a 12ª Copa do Mundo, é uma história”, afirmou o narrador, durante o Galvão Bueno Invitational Embrase de Golfe, no São Fernando Golf Club, em Cotia (SP).

O jornalista carioca admitiu a possibilidade de ir ao Catar, possivelmente como comentarista, posição na qual iniciou a carreira, antes de narrar sua primeira Copa do Mundo, em 1974. “Sim, posso ir como comentarista ou âncora, projetar algo para o Catar, se a saúde estiver bem… Na Copa do Catar vou estar com 72 anos…”

Blog com VEJA