Category Archives: Jogos Olímpicos

Atleta mostra refeição “impossível de comer” nas Olimpíadas
   13 de fevereiro de 2022   │     13:00  │  0

Atleta mostra refeição "impossível de comer" nas Olimpíadas

Atleta mostra refeição “impossível de comer” nas Olimpíadas

(Foto: Instagram @vasnetsova.lera)

Valeria Vasnetsova publicou registro da comida que recebeu em hotel de quarentena: “Choro todo dia”.

A biatleta russa Valeria Vasnetsova tem feito registros de sua rotina em um hotel de quarentena em Pequim, para os Jogos Olímpicos de Inverno, e o resultado tem surpreendido seus seguidores principalmente no que diz respeito às refeições servidas no local.

Vasnetsova publicou em seu Instagram uma foto da comida que recebeu e reclamou da qualidade das refeições. Segundo ela, está “impossível comer”.

De acordo com a atleta, já são cinco dias que ela vem recebendo esse mesmo tipo de refeição, e que isso tem provocado consequências em sua saúde.

“Meus ossos já estão visíveis. Meu estômago dói. Estou muito pálida e tenho grandes olheiras ao redor dos olhos. Só quero que tudo isso acabe. Choro todos os dias e estou muito cansada”, escreveu na legenda da imagem.

De acordo com a imprensa britânica, além de Vasnetsova, outros 300 atletas, integrantes de comissão, jornalistas e outros profissionais envolvidos com o evento esportivo estão de quarentena nesse hotel.

Blog com Redação Terra

Mexicano enfrenta homofobia e realiza sonhos na patinação: ‘Menino que nunca se rendeu’
   12 de fevereiro de 2022   │     19:00  │  0

Crédito: Reprodução/Twitter @olympics

Donovan deu um verdadeiro espetáculo na etapa de classiicação – (Foto da Redação LANCE & ISTOÉ)

O mexicano Donovan Carrillo, de 23 anos, tem se destacado na patinação artística das Olímpiadas de Inverno, que acontecem em Pequim, na China.

O patinador fez história e se tornou o primeiro latino-americano classificado no programa livre de patinação artística. Com sua exibição ao som de “Black Magic Woman”, do roqueiro mexicano Carlos Santana, Donovan se classificou em 19° para as finais da modalidade, que acontecem hoje (09).

A vida do primeiro mexicano em 30 anos a participar da patinação em Jogos Olímpicos, contudo, não é fácil. O atleta é alvo de homofobia no seu país constantemente.

“Não me incomoda que me chamem de gay porque não sou. Mas o que me incomoda é que usem a palavra gay para ofender ou como insulto para mim e para meu trabalho. É muito importante que desde criança os pais fomentem que futebol e basquete podem ser praticados por meninas, pois muitas vezes esses esportes são muito estereotipados. Igual à patinação”, disse Carrillo, em entrevista ao jornal ‘As’. “Por trás de tudo isso está o sonho de um menino que nunca se rendeu”, acrescentou.

Donovan começou a patinar aos oito anos. Além do apoio da família, o atleta recebeu muitas doações e fez rifas para conseguir dinheiro e seguir a carreira. Carrillo treinava em rinques de patinação artística de shoppings no México. “A mensagem que deixo para os mexicanos é que não importa as adversidades, trabalhem duro e nunca se rendam”, concluiu.

Blog, LANCE & ISTOÉ

 

Jogos de 2022 registram quase 400 casos de Covid em um mês
   6 de fevereiro de 2022   │     5:00  │  0

Os organizadores dos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim, na China, informaram que pelo menos 380 casos de Covid-19 em pessoas relacionadas ao megaevento esportivo já foram registrados em um mês.

De acordo com o comitê organizador, 21 novas contaminações foram detectadas na última quinta-feira (3), sendo que 14 delas entre os recém-chegados no aeroporto de Pequim e as outras sete nas verificações diárias dentro do sistema de bolha.

Entre as pessoas infectadas, nove são competidores do megaevento esportivo e os outros foram funcionários dos vários países participantes.

No geral, 380 casos do novo coronavírus foram detectados no período de 4 de janeiro a 3 de fevereiro entre indivíduos envolvidos nas Olimpíadas, que começaram oficialmente na sexta-feira (4).

O presidente da China, Xi Jinping, afirmou recentemente que o país asiático está pronto para receber os Jogos de 2022 e assegurou que o megaevento esportivo será “seguro” e “emocionante”.

Blog com Agência ANSA

Conheça as esperanças de medalha da Itália nos Jogos de Inverno
   31 de janeiro de 2022   │     18:00  │  0

Após a histórica campanha nos Jogos Olímpicos de Tóquio, a equipe da Itália pretende seguir os mesmos passos nas Olimpíadas de Inverno de Pequim, na China, e voltar para casa carregada de medalhas.

Para isso, o time azzurro aposta em atletas como Sofia Goggia (que virou dúvida por causa de uma lesão às vésperas dos Jogos), Michela Moioli e Arianna Fontana, algumas das estrelas de uma delegação formada por 118 competidores, sendo 72 homens e 46 mulheres.

Na última edição das Olimpíadas de Inverno, em 2018, em PyeongChang, a equipe da Itália tinha 122 atletas (74 homens e 48 mulheres) e faturou 10 medalhas, sendo três de ouro, duas de prata e cinco de bronze.

No entanto, o presidente do Comitê Olímpico Nacional Italiano (Coni), Giovanni Malagò, já afirmou que a meta para Pequim é ultrapassar PyeongChang e subir no degrau mais alto do pódio pelo menos quatro vezes.

De acordo com a empresa de estatísticas Gracenote, a Itália pode sair da China com 11 medalhas, uma a mais que em PyeongChang, mas com apenas uma de ouro, cinco de prata e outras cinco de bronze.

– Chances de medalhas – Atual campeã olímpica de snowboard cross, Michela Moioli é uma das favoritas da modalidade e tentará defender sua medalha de ouro na capital chinesa. Na Copa do Mundo de Snowboard, disputada no ano passado na Suécia, a atleta de Alzano Lombardo faturou a prata, atrás somente da britânica Charlotte Bankes.

Já a experiente patinadora Arianna Fontana ganhou três medalhas em PyeongChang, incluindo o ouro nos 500m de pista curta, e buscará repetir a dose em 2022 – no Mundial da categoria, ela ficou com a prata nessa modalidade. Além de ser a grande favorita nos 500m, Fontana também brigará por medalhas nos 1.000 e 3.000 metros de pista curta.

Já a esquiadora Sofia Goggia, uma das grandes esperanças italianas de medalha, ainda não tem participação confirmada em Pequim. Campeã do downhill nas Olimpíadas de Inverno de 2018, a atleta caiu durante a prova do Super-G na Copa do Mundo de Esqui Alpino e agora corre contra o tempo para se recuperar de um rompimento parcial do ligamento cruzado do joelho esquerdo e de uma pequena fratura na fíbula.

Outros esquiadores italianos para ficar de olho são Dominik Paris, campeão mundial do Super-G em 2019, e o fundista Federico Pellegrino, dono de cinco pódios em Mundiais e de uma prata em PyeongChang na prova sprint do esqui cross-country.

O time azzurro também deve brigar por medalha no biathlon misto, com Dorothea Wierer, Dominik Windisch, Lukas Hofer e Lisa Vittozzi, equipe que faturou o bronze em 2018 – os três primeiros também ficaram em terceiro lugar nos Jogos de 2014, em Sóchi.

As Olimpíadas de Inverno de Pequim acontecem entre 4 e 20 de fevereiro.

Blog com Renan Tanandone –  Agência ANSA

Brasil vai às Olimpíadas de Inverno com a melhor equipe da história, mas sem chance de pódio
   19 de janeiro de 2022   │     15:00  │  0

Brasil bobsled Olimpíadas de Inverno — Foto: Girts Kehris/IBSF

Brasil bobsled Olimpíadas de Inverno — (Foto: Girts Kehris/IBSF)

Com onze atletas, a equipe não é a maior da história, mas com certeza a mais bem preparada em busca de resultados importantes; medalha ainda é um sonho muito distante.

Com onze atletas, a equipe brasileira para as Olimpíadas de Inverno, que começam no dia 4 de fevereiro, em Pequim, na China, já foi divulgada. Se os atletas ainda estão distantes de brigar por uma medalha, o time nunca chegou tão preparado como agora para conseguir metas importantes, como recordes pessoais, resultados entre os 20 melhores e até mesmo um sonhado top 8 com Nicole Silveira, no skeleton.

Por razões óbvias, o Brasil está longe de ser uma potência nos Jogos de Inverno. Por aqui, neva uma vez ou outra em apenas uma região do Brasil, então, como acontece em todas as edições, nossos atletas moram fora ou são oriundos de esportes de verão.

Apesar da pandemia, que não alterou o ciclo de quatro anos das Olimpíadas de Inverno, que será disputada, assim como o previsto, em 2022, os atletas brasileiros tiveram a melhor preparação da história. Se a estrutura ainda não é a ideal por aqui, muitos puderam competir bastante em diversas competições pela América do Norte e Europa nos últimos anos, ganhando experiência e “ritmo de competição”.

Nicole Silveira, do skeleton, é a principal chance de um bom resultado. Com diversas medalhas na Copa América e um top 10 em etapa da Copa do Mundo, tem chances de ser top 10 nas Olimpíadas e até mesmo chegar ao grupo das oito melhores. Se atingir tal feito, vai chegar ao melhor resultado da história do país nas Olimpíadas de inverno entre todas as modalidades, superando o nono lugar de Isabel Clark no snowboard em 2006.

Ela mora no Canadá, em Calgary, uma cidade que respira esporte de inverno. O trenó dela é de altíssima qualidade e deixa pouco a desejar ao das melhores do mundo. Só poderia ser melhor se fosse feito sob medida para ela, algo poucas competidoras possuem. Nicole tem estrutura parecida com suas principais rivais, o que falta é tempo no esporte, já que começou no skeleton há apenas quatro anos.

A equipe de bobsled, que já tem até uma certa tradição em participações olímpicas, desde 2002 esteve em todas as edições – menos na de 2010, está há quase cinco meses no exterior. Uma pista de arrancada montada em São Caetano, na região metropolitana de São Paulo, ajudou na preparação antes da viagem. Aos poucos, a equipe vai ganhando mais estrutura. Ser top 20 é um objetivo difícil, mas palpável.

Nas provas de ski, a chance de grande resultado é com Sabina Cass, do esqui livre. Ela, que representou os EUA por alguns anos, quando ganhou medalha em um Mundial júnior, estará em Pequim pelo Brasil. Tem apenas 19 anos.

No esqui cross country, o Brasil conseguiu três vagas, duas no feminino, graças aos bons resultados obtidos em etapas da Copa do Mundo que valiam pontos na classificação. No cross country, como as provas contam com quase cem atletas, um resultado interessante seria um top 60 ou top 70. Por fim, Michel Macedo disputa o esqui alpino, modalidade na qual não conseguiu terminar nenhuma prova nas Olimpíadas de 2008.

Portanto, apesar da equipe ser menor do que a de 2014, por exemplo, quando foram 13 atletas, os resultados têm tudo para ser melhores. Claro que nenhum atleta vai brigar diretamente pelo pódio, mas as posições tendem a ser melhores do que nas últimas edições das Olimpíadas.

Sabrina Cass está classificada no esqui livre — Foto: Tom Pennington /Getty Images

Sabrina Cass está classificada no esqui livre — (Foto: Tom Pennington /Getty Images)

Blog com Guilherme Costa – Redação do ge –  São Paulo