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Velozes e artilheiros: Bruno Henrique e Yony González aceleram Fla-Flu da semifinal
   14 de fevereiro de 2019   │     0:04  │  0

Eles estrearam marcando dois gols; espantaram logo a desconfiança das torcidas; têm a velocidade como ponto forte; também já atacaram de garçom de companheiros; viraram os artilheiros de Flamengo e Fluminense no Campeonato Carioca e rapidamente se tornaram peças-chave das equipes de Abel Braga e Fernando Diniz. Com Bruno Henrique e Yony González é assim, jogo rápido… E objetivo.

A ponto de fazerem frente a astros, como os rubro-negros Gabigol e Arrascaeta, e destaques individuais, como os tricolores Luciano e Everaldo. Juntos, os atacantes já marcaram sete gols no Carioca (veja no vídeo abaixo). Se fora de campo a tragédia na base rubro-negra ofuscou a semifinal da Taça Guanabara, dentro das quatro linhas Bruno Henrique e Yony González prometem acelerar o primeiro Fla-Flu de 2019: nesta quinta-feira, às 20h30 (de Brasília), no Maracanã.

Mesmo contratado por R$ 23 milhões, Bruno Henrique não chegou ao Flamengo com o mesmo peso de ouro de Arrascaeta, que custou R$ 63,7 milhões, e de Gabigol, que tem o maior salário do elenco, de R$ 1,25 milhão por mês. Mas, diferente dos outros dois, ele já conquistou a titularidade no Rubro-Negro. E olha que foi o último a chegar.

Com mais um gol e uma assistência (para Arrascaeta) nos últimos dois jogos, caiu nas graças dos rubro-negros e de Abel Braga, que o colocou de titular no lugar de Vitinho. E já parece ter a confiança do técnico. Contra a Cabofriense, no último jogo, o comandante preferiu improvisá-lo na direita do que sacá-lo para a entrada de Arrascaeta, que joga mais pelo lado esquerdo.

O “Ligeirinho” da Colômbia
Se tinha o cartaz de um bom enfrentamento diante do Athletico-PR na final da Sul-Americana, inclusive marcando um gol, Yony González chegou com a desconfiança de conseguir se adaptar ao Fluminense, um clube no qual recentemente estrangeiros fracassaram. Não demorou para o atacante colombiano, de 24 anos, começar a escrever a sua história, de forma positiva.

Yony deu uma mostra das características que lhe renderam em seu país o apelido de “Speedy González”, ratinho personagem de desenho da “Warner Bros.”, batizado no Brasil de “Ligeirinho” e usado pelo Fluminense no anúncio de sua contratação nas redes sociais. Sua velocidade é visível mesmo tendo se reinventado sob o comando de Fernando Diniz.

Sem Pedro, em recuperação de lesão, o técnico escalou o gringo como centroavante, posição que desempenhou por vezes no Junior Barranquilla, da Colômbia. Mesmo atuando em uma faixa menor de campo, o terço final do gramado, mostrou ser rápido e forte e ter explosão, drible e faro de gol no enfrentamento com os zagueiros.

Ao cair para o lado, em situações de jogo, a velocidade apareceu. E deixou a questão: certamente será um diferencial ao ser deslocado, no retorno do camisa 9, para nova posição. Em cinco jogos, entre Carioca e Copa do Brasil, alcançou o posto de artilheiro do time ao lado de Luciano, com quatro gols. Acertou ainda duas vezes a trave e soma também uma assistência (para Luciano).

Os dois novos jogadores serão atraçãos no Fla-Flu deste noite, às 20h30 (horário de Brasília), no Maracanã.

Blog e GloboEsporte

Ricardo Oliveira passa Pelé e se torna o 6º maior artilheiro brasileiro na história da Libertadores
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Ricardo Oliveira tem 7 gols em apenas 4 jogos (Foto: Alessandra Torres/Eleven)

Seria clichê demais dizer que, aos 38 anos de idade, o atacante Ricardo Oliveira, (foto acima/Lance), parece melhorar com o tempo, assim como o vinho. O início de temporada espetacular do centroavante, no entanto, impede que saiamos do lugar-comum: sim, o artilheiro do Galo está ainda melhor. Com os dois gols marcados sobre o Danubio, do Uruguai, na vitória do Atlético por 3 a 2, o atacante chegou a impressionante marca de 9 gols em apenas cinco partidas disputadas na temporada, uma média de quase dois por jogo.

Fundamental para a classificação da sua equipe para a próxima fase da Libertadores – já havia marcado duas vezes também no duelo de ida que terminou empatado em 2 a 2 -, o camisa 9 se tornou ainda o 6º maior artilheiro brasileiro da história da disputa continental. Com os dois tentos sobre os uruguaios, Ricardo superou Pelé e Robinho no ranking e empatou com Tita e Marcelinho Carioca.

Essa é a 5ª edição da Libertadores em que Ricardo Oliveira atua. Na primeira, em 2003, com a camisa do Santos, o goleador marcou 9 vezes em 11 jogos. Pelo São Paulo, em 2006 e em 2010, foram apenas dois gols – um em cada ano – em seis partidas. Em 2017, de volta ao Peixe, balançou as redes três vezes em oito atuações. Agora, pelo Galo, já são quatro em apenas dois confrontos.

Blog com Terra Esportes

Digão fala sobre clássico contra o Fla e uso do VAR
   13 de fevereiro de 2019   │     0:03  │  0

O Zagueiro Digão aguarda com expectativa o duelo desta quinta-feira contra o Flamengo, no Maracanã (Foto: Lucas Merçon/Fluminense)

 

O Fluminense ganhou uma folga após a classificação na Copa do Brasil, mas por um motivo que nenhum jogador gostaria: a tragédia no Ninho do Urubu. O zagueiro Digão falou sobre o sentimento do elenco tricolor e prestou solidariedade as famílias envolvidas.

“A semana não é das melhoras para se jogar futebol. Clima muito triste. Todos os jogadores passaram por essa transição de base e sabem como é difícil largar a família longe e ir atrás de um sonho. A gente fica triste. Jovens com futuro promissor, que queriam dar o melhor para as famílias e acontece essa fatalidade. É difícil, mas, infelizmente, a vida tem que seguir. Não aconteceu o jogo, agora vai acontecer” disse.

Digão também destacou que os tricolores vem se preparando para o clássico de amanhã contra o Flamengo. O Fluminense precisa da vitória para avançar para a final da Taça Guanabara.

“Começamos a preparação pensando no Flamengo, pensando em parar os pontos fortes deles. São vários, são grandes jogadores, mas temos que pensar na gente. Vamos entrar fortes, para fazer um grande jogo. Esperamos um Flamengo forte, independentemente de quem jogar”, declarou.
O zagueiro foi questionado sobre o uso do VAR nas finais do primeiro turno do Campeonato Carioca. Digão se mostrou favorável ao uso da tecnologia.

“Já houve essa experiência na Sul-Americana. Acho que ajuda, mas sempre esperamos o futebol jogado dentro de campo, sem precisar usar o VAR. Mas se for preciso, para corrigir os erros, é sempre bem-vindo” finalizou.

Blog com Gazeta Press

Goleiro internado após incêndio: ‘Estou ótimo, só esperando alta’
   12 de fevereiro de 2019   │     23:00  │  0

Francisco Dyogo na visita de seu ídolo, Diego Alves
Francisco Dyogo na visita de seu ídolo, Diego Alves (Foto: Reprodução)

 

Internado após o incêndio que deixou 10 mortos no Ninho do Urubu, Francisco Dyogo conta os minutos para receber alta. Em mensagem enviada à família e publicada pelo fã-clube do goleiro no Instagram, ele diz que está ‘ótimo, só esperando alta’.

Ao lado desta mensagem do goleiro, o perfil deixou o texto abaixo:

‘Sabe aquela alegria é no mesmo tempo gratidão a Deus pela saúde, livramento, triste pelo outro meninos é alegre por você está bem guerreiro,você sim foi um amigo de verdade,a palavra amigo é pra poucos mais você recebeu essa palavra amigo Dyogo que você possa brilha pela frente. Agente ainda vai escutar muito seu nome.. Você vai longe guerreiro’.

Dyogo está internado no Hospital Vitória, de onde Cauan Emanuel recebeu alta na segunda-feira. No mesmo dia, os dois receberam visitas de 13 jogadores profissionais do Flamengo. Entre eles, o goleiro Diego Alves, ídolo de Dyogo, Diego, Everton Ribeiro, Vitinho, Berrío, Renê, César, Henrique Dourado e Willian Arão.

Entre os feridos, a situação mais delicada é de Jhonata Ventura, internado no Hospital Pedro II, com quemiaduras em 30% do corpo. Na segunda-feira, o jogador começou a reagir ao tratamento e tem mostrado evolução.

Blog com EXTRA

Wallyson sente dor na canela e tem futuro incerto no CRB
   11 de fevereiro de 2019   │     0:01  │  0

Wallyson sente dor na canela e aguarda resultado de exame — Foto: Denison Roma/GloboEsporte.com

O atacante Wallyson, de 30 anos, (foto acima/Denison Roma), vive um dilema no CRB. O jogador, que ainda não estreou pelo Galo, sentiu dor na canela e passou por exames para saber da gravidade. Até o diagnóstico, o atleta segue com sua situação indefinida no clube.

Vice de futebol do CRB, Thiago Paes revelou que o clube aguarda o resultado dos exames do atleta para tomar uma decisão.

– O jogador veio em condições normais, clinicas, apresentando todos os exames que o clube sempre pede, mas nos primeiros treinos ele se queixou de umas dores na canela, que é normal também o jogador ter canelite, só que nós identificamos que pode ser uma canetile um pouco mais grave do que o normal e por isso vamos pedir uns exames complementares de imagem. Ele fez uma ressonância magnética na sexta-feira, na segunda vai sair o resultado. Se for um caso que necessite de intervenção cirúrgica, que vá afastar o atleta de três a quatro meses dos campos, como ele pertence ao Deportivo Maldonado, do Uruguai, ele vai ter que fazer essa cirurgia no clube dele. Caso seja uma situação onde tenha um tratamento mais conservador e ele consiga retornar dentro de um mês, por se tratar de um grande jogador, nós seguramos o atleta aqui para fazer a recuperação dele. Essa definição só vai acontecer nesta segunda-feira.

Wallyson passou por Cruzeiro, São Paulo e Botafogo e, ano passado, atuou no Nordeste. Começou a temporada no ABC e depois se transferiu para o Vitória.

Blog com matéria produzida pelo GloboEsporte/AL