Category Archives: Futebol Feminino

Marta rompe noivado e engata namoro com zagueira do mesmo time
   11 de junho de 2022   │     13:00  │  0

Marta está vivendo romance com Carrie Lawrence

Marta está vivendo romance com Carrie Lawrence

(Foto: Reprodução/Instagram/Marta)

Toni Deion também já fez a fila andar e vive romance com outra brasileira.

A vida amorosa de Marta pode ter causado um climão nos vestiários do Orlando Pride. A craque brasileira rompeu o noivado com a zagueira Toni Deion, de quem estava noiva, e engatou romance com Carrie Lawrence, que também atua como defensora no time feminino de futebol nos Estados Unidos.

De acordo com informações do jornal Extra!, Marta e Toni pararam de se seguir e arquivaram as fotos juntas nas redes sociais ainda em novembro do ano passado. Durante os Jogos Olímpicos de Tóquio, a camisa 10 do Brasil comemorou os seus gols fazendo um ‘T’ com os braços em homenagem a então noiva.

No último domingo, Marta fez a primeira publicação ao lado da nova namorada. Elas posaram em clima de romance em um restaurante nos Estados Unidos. Na legenda, a atacante apenas colocou um coração em frente ao nome de Carrie.

Toni Deion também já vive novo romance e também com uma brasileira. A norte-americana está namorando Eduarda Pavão, especialista em marketing e que já foi responsável pela comunicação do Orlando Pride.

Arivaldo Maia com Redação Terra

Entre dispensas e não renovações, Fluminense sofre debandada e terá reformulação no futebol feminino
   7 de janeiro de 2022   │     9:00  │  0

Maiores destaques do Flu, Luiza, Luany e Tarciane já deixaram o clube — Foto: Mailson Santana / Fluminense FC

Maiores destaques do Flu, Luiza, Luany e Tarciane já deixaram o clube — (Foto: Mailson Santana / Fluminense FC)

Nove jogadoras deixam o Flu antes do fim do ano, e clube fará contratações para repor elenco.

Bastante ativo no mercado em busca de contratações no futebol masculino, o Fluminense também vai precisar se reforçar no feminino. Nos últimos dias de 2021, o clube sofreu uma debandada de nove jogadoras, entre dispensas e recusas de ofertas para renovação, e passará por uma reformulação em seu elenco para 2022.

Das atletas que deixaram o clube, os maiores destaques são a volante Luiza Travassos e a meia Luany, que frequentam as seleções de base e se revezavam entre o time sub-18 e o adulto do Fluminense, além da goleira Nicole e da atacante Elisa Amorim, que vinham sendo titulares da equipe.

O clube informou que Luiza pediu dispensa para se mudar para os Estados Unidos, onde dará continuidade aos estudos e jogará na liga universitária americana. Já Luany e Nicole optaram por não renovar seus contratos. A volante Thayla Sousa, a meia Aline Dalmédico e as atacantes Michelle Brito, Marcella Ramos e Vitória Canuto, que eram reservas da equipe, também saíram.

Ao longo da última temporada, o Fluminense também já tinha perdido a zagueira Tarciane, que foi para o Corinthians, e a meia Lara Dantas, que era do time sub-18 tricolor e também se mudou para os Estados Unidos.

Como o futebol feminino do Fluminense não é profissional, o clube perde força para manter suas jogadoras de maior destaque. Mas já conseguiu renovar com outras 13 atletas do elenco: a goleira Sol; as zagueiras Dani Serrão, Roberta e Larissa; a lateral Jéssica Bahia; as volantes Andresa Ferreira e Maria Luiza; as meias Kelly, Verônica e Bia; e as atacantes Rayla, Rivena e Ronaldinha.

O clube irá ao mercado para recompor o elenco, que foi vice-campeão carioca nos últimos três anos e disputa a Série A2 do Brasileirão. Criado em 2019, o projeto do futebol feminino do Fluminense já deu dois títulos inéditos ao Tricolor na modalidade: o Campeonato Brasileiro Sub-18 de 2020 e o Carioca Sub-18 de 2021.

Blog com Redação do ge – Rio de Janeiro

CBF anuncia nova divisão para o Campeonato Brasileiro feminino em 2022
   20 de maio de 2021   │     19:00  │  0

Corinthians e Avaí Kindermann disputaram a final do Brasileirão A-1 de 2020 – (Foto: Thais Magalhães/CBF)

Decisão aumenta para 64 o número de clubes envolvidos diretamente na competição nacional.

A Confederação Brasileira de Futebol  anunciou que irá aumentar o calendário do futebol feminino em 2022, criando uma nova divisão no Campeonato Brasileiro: a A-3. A novidade aumenta o número de equipes participantes do torneio, de 52 para 64, e ajuda a melhorar o nível e o investimento na modalidade no país. Ao todo serão quatro campeonatos adultos: Brasileirão A-1, A-2, A-3 e Supercopa do Brasil e três competições de base: Brasileirão sub-18, sub-16 e Liga de Desenvolvimento da Conmebol sub-16 e sub-14. O anúncio foi comemorado pela Coordenadora de Competições Feminina da federação, Aline Pellegrino.

“Vivemos um momento de muita maturidade das competições adultas femininas, com o aumento da competitividade entre os clubes e uma visibilidade cada dia maior. Permitindo que novas equipes ingressem no circuito nacional de competições, a divisão A-3 ajudará muito no aumento do mercado de trabalho para as atletas, além de incentivar o fortalecimento das categorias de base dos clubes, que ganham um calendário maior e mais estruturado”, disse a dirigente em entrevista ao site oficial da CBF.

A A-3 terá representantes de todos os estados brasileiros e o Distrito Federal. A primeira fase terá jogos de ida e volta, caso no primeiro duelo a equipe não perca de 3 a 0. Avançam para a 2ª Fase as 16 equipes vitoriosas, que jogam em sistema eliminatório, em ida e volta, até a final. A novidade também causa mudanças na série A-2. O formato mudará de 36 equipes para 16 e contará com os quatro rebaixados da A-1 2021 e as equipes se ficarem entre 5º ao 16º lugar na A-2 deste ano. Na divisão de elite do futebol feminino, o calendário seguirá com 16 equipes contando os 12 melhores colocados de 2021 e os quatro promovidos da A-2.

Blog com Jovem Pan

 

Goleira russa diz que sexo antes de partidas é comum no futebol feminino
   5 de maio de 2021   │     22:00  │  0

Elvira Todua, goleira do CSKA e da seleção russa de futebol - Reprodução/Instagram

Elvira Todua, goleira do CSKA e da seleção russa de futebol – (Imagem: Reprodução/Instagram)

A goleira Elvira Todua, de 35 anos, que atua no CSKA da Rússia, disse em entrevista a um canal do Youtube que normalmente as jogadoras não possuem restrições sexuais antes de partidas de futebol, contrapondo isso às restrições que vê entre os homens.

Diferentemente do futebol masculino, que em muitos casos o sexo é “controlado” pela comissão técnica, Todua diz que não há esse tipo de comedimento, pelo menos nos clubes em que atuou.

“É normal que jogadoras possam fazer sexo, mas no caso dos homens sei que há treinadores que não são adeptos e os proíbam”, disse ao “Comment.Show” a atleta.

A camisa 12 do time russo ainda diz que os contratos com o clube não limitam as mulheres de passar por gestações — o que as deixariam afastadas dos jogos. “Nosso contratos estipulam que o clube é obrigado a nos pagar em caso de maternidade. Temos essa cláusula no CSKA, mas sei que não é assim em todos os lugares. Sei que alguns clubes rescindem contrato em caso de gravidez”, conta.

Segundo site espanhol As, a declaração da jogadora gerou debate na mídia internacional e comparações com o veto de sexo feito pelo treinador Fabio Capello, treinador da seleção inglesa masculina na Copa do Mundo de 2010, eliminada para a Alemanha nas oitavas de final.

Blog com UOL Esporte

 

Pia Sundhage prevê dificuldades contra Holanda e China na fase de grupos
   22 de abril de 2021   │     21:15  │  0

As seleções brasileiras kjá conheceram seus adversários dos torneios de futebol nos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020. Em relação à equipe feminina, o Brasil terá pela frente China, Holanda e Zâmbia no Grupo F. Se por um lado as chinesas são velhas conhecidas, holandesas e zambianas enfrentarão o time brasileiro pela primeira vez em Olimpíadas.

A estreia do Brasil será no dia 21 de julho diante da China, em Miyagi. Na sequência, a seleção feminina encara a Holanda, no dia 24, na mesma cidade, e fecha a fase de grupos contra a Zâmbia, em Saitama, no dia 27. Comandante da equipe, a sueca Pia Sundhage analisou as adversárias na caminhada pelo ouro olímpico e projetou confrontos de diferentes estilos durante a primeira fase da competição.

“A China é uma seleção técnica, também um time duro, coeso e agressivo, elas se estão se preparando muito para essa competição. A Holanda jogou a final da Copa do Mundo e sabemos que é um time muito bom, conhecemos todas as jogadoras porque já a vimos muitas vezes. Nesse tipo de partida, as jogadoras das pontas serão muito importantes tanto na defesa quanto no ataque. E por último, a Zâmbia, que não sabemos muito sobre o estilo ainda e, por esse motivo, é até melhor que não a enfrentaremos no primeiro jogo, e sim, na última partida. Assim, teremos a chance de saber um pouco mais sobre essa seleção africana, mas a minha experiência é que elas são sempre muito fortes, rápidas. Talvez não seja a equipe mais organizada taticamente, mas elas estão se preparando para algumas situações de uma contra uma e cruzamentos na área”, destacou Pia Sundhage.

Blog com informaçõs do ESTADÃO Conteúdo