Category Archives: Estádios

Flamengo atrasa envio de laudos, e CBF confirma clássico contra o Botafogo em Volta Redonda
   1 de junho de 2017   │     0:04  │  0

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O jogo de inauguração da Arena da Ilha passa a ser contra a Ponte Preta, no dia 14 de junho, às 21h45 (de Brasília).

A diretoria do Flamengo se pronunciou sobre a liberação da Arena da Ilha para o clássico contra o Botafogo, no próximo domingo, às 11h, pelo Campeonato Brasileiro. O clube informou que entregou os laudos na noite de terça-feira, data limite estipulada, e que a autorização só dependeria da CBF. No entanto, a entidade máxima do futebol brasileiro reiterou que o jogo será no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, porque só recebeu os documentos às 11h50 desta quarta-feira.

O Clube de Regatas do Flamengo informa que encaminhou para a CBF todos os laudos de segurança para a liberação do estádio da Ilha do Governador. Assim, informamos que o estádio encontra-se em plenas condições para abrigar qualquer partida, o que acontecerá a qualquer momento, a critério da Confederação Brasileira de Futebol”, disse a nota da assessoria.

O Flamengo tinha a liberação do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar para fazer a estreia na arena da Ilha do Governado, mas os documentos não foram entregues no prazo na CBF – a previsão era até a terça-feira, dia 30. Com isso, a CBF confirmou o jogo em Volta Redonda.

O Corpo de Bombeiros deixou claro que o clube entregou o projeto contra incêndio e pânico em cima da hora, e que não houve lentidão para aprovação do estádio para a partida do próximo domingo pelo Brasileiro. Através de sua assessoria de imprensa, os Bombeiros informaram que atuaram conforme prevê a legislação.

“Em nenhum momento houve lentidão ou demora nos processos referentes à regularização da Arena da Ilha, no que diz respeito à segurança contra incêndio e pânico. A corporação informa, ainda, que o Flamengo apresentou, hoje (30.05), o novo projeto com as alterações necessárias. Logo, não se trata de morosidade do CBMERJ”, dizem os Bombeiros, que reforçaram estar adotando todas as medidas de segurança para os torcedores que frequentarão o estádio da Ilha.

Blog com EXTRA

 

Dez estádios da Copa são alvo de investigações na Lava Jato
   28 de maio de 2017   │     0:04  │  0

O ex-governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, teria recebido 5% do total das obras do Maracanã, que custou R$ 1,2 bilhão (Foto: Marcelo D. Sants/Framephoto/Estadão Conteúdo)

Dos 12 estádios brasileiros construídos para a Copa do Mundo de 2014, apenas dois não estão no centro de investigações com a Lava Jato: as arenas do Paraná e do Rio Grande do Sul. As outras dez têm denúncias de superfaturamento, desvios para pagamento de propina e outros crimes – é o que aponta um levantamento feito pela Rede BandNews FM.

A arena mais cara do Mundial, o Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, entrou na mira da Polícia Federal nesta semana. Uma operação levou à prisão dois ex-governadores e um ex-vice do Distrito Federal: José Roberto Arruda, Agnelo Queiroz e Tadeu Filippeli, exonerado do cargo de assessor do presidente Michel Temer. Com custo inicial previsto de R$ 600 milhões, o estádio terminou com um orçamento de R$ 1,57 bilhão, e a PF suspeita de que os cerca de R$ 900 milhões excedentes foram fruto de superfaturamento.

O palco da final da Copa, o Maracanã, também é alvo da Lava Jato. O esquema liderado pelo ex-governador Sérgio Cabral teria definido, ilegalmente, o consórcio vencedor da licitação, Odebrecht, Delta e Andrade Gutierrez, segundo acusação do Ministério Público Federal. O orçamento inicial era de R$ 720 milhões, mas o custo final chegou a R$ 1,2 bilhão. Os promotores afirmam que foi acertado um valor de 5% do total da obra para pagamento de propina ao ex-governador Cabral.

Em São Paulo, a Arena Corinthians também entrou na delação de Odebrecht, que acusou os deputados federais Andrés Sanchez (ex-presidente do Corinthians) e Vicente Cândido (diretor da CBF) de receberam propina por meio da obra. Emílio Odebrecht, dono da empresa, chegou a dizer que o estádio foi um “presente” para o ex-presidente Lula.

A situação é similar à de Minas Gerais, onde o Ministério Público diz que as empresas contratadas para reformar e administrar o Mineirão desviaram mais de R$ 35 milhões. As delações premiadas do grupo JBS indicam que a Arena foi usada para repassar uma propina de R$ 30 milhões à campanha do governador Fernando Pimentel (PT), em 2014.

A reforma da Arena Fonte Nova, em Salvador, é outra investigada pela Lava Jato. O consórcio Odebrecht e OAS venceu a licitação de R$ 591 milhões, e executivos acusam o ex-governador Jaques Wagner de fechar um acordo ilegal para que a obra ficasse pronta antes da Copa das Confederações. A Odebrecht diz que aceitou receber quase R$ 300 milhões de uma dívida de uma estatal baiana de recursos hídricos, da década de 1990, em troca de acelerar a construção, que terminou com valor de quase R$ 700 milhões.

No Ceará, o Ministério Público Federal investiga possíveis irregularidades nas obras da Arena Castelão, por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Edson Fachin, com base na delação da Odebrecht. A acusação é de que houve direcionamento da licitação, que custou cerca de R$ 520 milhões.

As arenas Pernambuco (Recife), Pantanal (Cuiabá), das Dunas (Natal) e Amazônia (Manaus) também são investigadas pela Polícia Federal e têm denúncias de pagamento de propina e outros desvios. Todos os políticos citados negam as acusações.

Blog com Band Esportes

Laudo técnico aponta avarias na cobertura do Maracanã na Rio 2016
   12 de maio de 2017   │     0:04  │  0

A Concessionária Maracanã Entretenimento encaminhou ontem ao governo fluminense laudo técnico do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT) sobre os danos causados à lona de cobertura do estádio durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016, acompanhado de comparativo com os danos ocorridos na Copa do Mundo de 2014. Segundo a concessionária, cabe ao governo do Rio de Janeiro, na condição de poder concedente, decidir a providências que serão tomadas.

Elaborado pelo IPT em fevereiro deste ano por solicitação da concessionária, que reassumiu a gestão do Maracanã em janeiro após receber o equipamento do Comitê Rio 2016, organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos do Rio, o relatório aponta que somente um dos 120 painéis da cobertura do estádio não apresenta anomalias.

Os técnicos do IPT analisam que as avarias não provocam risco imediato ao público, à exceção de eventuais goteiras. No médio e longo prazo, porém, a avaliação é que o tempo de vida útil da cobertura será prejudicado caso os reparos necessários não sejam efetuados.

A conclusão da concessionária é que a lona de cobertura, que tem prazo estimado em 25 anos, está comprometida e pode apresentar áreas de goteiras no curto prazo, além de sofrer deterioração e rompimento das suas três camadas em cerca de cinco a dez anos. Cada painel é dividido em 22 seções, o que configura um total de 2.640 subpainéis, dos quais 586 teriam avarias, sendo 361 afetados diretamente pela queima de fogos de artifício.

Danos

O documento do IPT classifica os danos em três graus. Na primeira categoria, estão os danos considerados mais leves ou superficiais, como riscos e marcas, que afetaram 6% das membranas da cobertura. Os danos de grau dois danificaram as camadas externas feitas de teflon, cuja função é proteger as membranas da ação do sol e da chuva e atingiu 14% das membranas. Os danos mais graves compõem a terceira categoria de avarias. A concessionária informou que totalizam 92 furos com até três centímetros de diâmetro e afetaram 3% dos subpainéis vistoriados.

A concessionária disse ter advertido o governo fluminense sobre os riscos para a lona que, apesar de ser incombustível, não deve suportar peso ou calor excessivos e que na apresentação das bandas Foo Fighters, Pearl Jam, Rolling Stones e Coldplay, em shows feitos no Maracanã sob sua gestão, nos anos de 2015 e 2016, foi proibida a utilização de fogos de artifício, obedecendo ao manual técnico da cobertura. Também não foi colocada carga na estrutura acima da permitida pelo manual.

Copa

O laudo do IPT faz comparação com o relatório emitido depois da Copa do Mundo de 2014, por encomenda da Federação Internacional de Futebol (Fifa), que apurou a ocorrência de 116 subpainéis danificados por ação de fogos de artifício.

Na ocasião, a Fifa teve que pagar R$ 16 milhões, em dezembro de 2015, para custeio dos reparos necessários à lona. A Concessionária Maracanã informou que como os reparos demandariam tempo de execução de até dez meses, o governo fluminense não permitiu que fossem feitos porque coincidiriam com o período dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, em que o estádio ficaria sob a administração do Comitê Rio 2016.

Procurada pela Agência Brasil, a concessionária respondeu que não teria porta-voz para comentar o laudo. O governo do estado recebeu o documento e procederá à sua análise, antes de divulgar qualquer posicionamento a respeito, informou a assessoria do Palácio Guanabara.

Blog com Agência Brasil

 

Grandes arquibancadas do Rei Pelé não terão cadeiras na decisão deste domingo
   5 de maio de 2017   │     17:40  │  1

O Estádio Rei Pelé – palco do clássico no próximo domingo (7) – sofreu uma grande intervenção dias antes da partida entre CSA e CRB. É que as cadeiras que estavam em parte da grande arquibancada foram retiradas para a final do Estadual.

Segundo a assessoria de comunicação da Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude (Selaj), o pedido foi feito por CRB e CSA, que encaminharam ofício à Federação Alagoano de Futebol (FAF), ainda no início do ano.

A secretaria revelou não saber precisar qual a capacidade do estádio sem as cadeiras em questão. Atualmente, a capacidade oficial é de 17 mil torcedores.

Os assentos serão recolocados em outro trecho da arquibancada alta, próximo às cabines de rádio, somente após a final do Alagoano. A secretaria ainda vai avaliar se elas serão novamente utilizadas no setor da grande arquibancada ou se permanecerão no novo local.

 

Blog com Gazetaweb

Engenhão dá prejuízo de meio milhão de reais em só dois jogos do Carioca
   1 de fevereiro de 2017   │     0:02  │  0

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O Engenhão não deverá ter muitos jogos nesta temporada do Rio de Janeiro (Foto: O Globo)

 

O Campeonato Carioca mal começou e uma coisa já está clara: jogar no Engenhão é sinônimo de prejuízo. O estádio da zona Norte do Rio recebeu duas partidas na primeira rodada da Taça Guanabara, sendo uma delas um clássico, e, juntas, elas geraram um déficit de mais de meio milhão de reais. Exatamente R$ 528.427,16.

No último sábado, o Botafogo recebeu o Nova Iguaçu para um público de 6.689 torcedores, dos quais apenas 818 entraram sem pagar. A renda líquida da partida foi R$ 106 mil, mas as despesas bateram em R$ 424 mil. Assim, o jogo teve um prejuízo de R$ 317,8 mil.

Já o clássico entre Vasco e Fluminense, para 11.711 torcedores, teve uma renda de R$ 353 mil. Só as despesas, porém, passaram de R$ 560 mil, incluindo aí uma taxa de R$ 200 mil como aluguel do estádio. No fim, um prejuízo de R$ 210,5 mil, dividido por igual entre Vasco e Fluminense.

O Engenhão foi reaberto este ano com o duelo entre a seleção brasileira e a Colômbia, na quarta-feira da semana passada. O jogo, cuja renda foi revertida para a Chapecoense, também foi um fracasso de público: pouco mais de 18 mil pagantes.

Blog com A TARDE