Category Archives: Boxe

Mike Tyson diz que usava pênis falso para escapar do doping
   10 de agosto de 2019   │     0:01  │  0

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O ex-boxeador Mike Tyson, (foto acima/Fox News), revelou, em entrevista para a ESPN americana, que utilizava um método curioso para driblar os exames antidoping nos tempos em que lutava. Segundo o lendário pugilista, ele utilizava um pênis falso com a urina dos filhos para burlar os exames antidopagem.

Tyson também contou que chegou a utilizar a urina de sua esposa, porém, foi alertado por ela sobre o risco de os resultados apontarem uma gravidez. Ela o alertou para parar com tal prática.

“Eu costumava usar a urina da minha esposa e ela me disse: ‘Quando os resultados saírem, eles lhe dirão que você está grávido’. Então, era melhor eu usar a urina de meus filhos”, revelou Tyson.

Perguntado sobre como fazia para enganar os agentes do antidoping, o ex-boxeador revelou que usava um pênis falso, chamado de ‘whizzinator’.

“Você tem o ‘whizzinator’, o pênis falso. A maioria dos homens, mesmo se você é gay, se sente desconfortável quando você mostra o pênis, então quando eu mostrava o pênis, eles se viravam e não viam eu tirando a urina”, lembrou

Curiosamente, nesta semana foi revelado um caso similar ao relatado por Tyson. Alegando motivos familiares, o ex-jogador americano de basquete Donell Cooper se aposentou no auge de sua carreira em 2018, aos 27 anos de idade, enquanto atuava pelo AS Monaco, da França.

Entretanto, a Federação Internacional de Basquete revelou que o jogador foi pego em um exame antidoping. O teste de urina apontou gravidez. O que ocorreu foi que Donell trocou o exame de urina com a sua namorada, só que ele não sabia que ela estava grávida.

Como consequência ele foi punido com uma pena de dois anos de gancho, que iria até 2020. Ele então optou pela aposentadoria.

Em 2014, o armador havia feito um requerimento para se tornar cidadão bósnio e atuar pela seleção do país.

Blog com Terra Esportes

Há 20 anos, Popó entrou para o hall dos ídolos do esporte nacional
   8 de agosto de 2019   │     0:02  │  0

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Há 20 anos, o boxeador Acelino Popó Freitas, (foto acima/Divulgação/Popó), precisou de cinco golpes para acabar com a fome da família, superar o trauma de ver o pai alcoólatra, a necessidade de retirar a mãe do trabalho de faxineira, comprar uma casa e nocautear o russo Anatoly Alexandrov de forma relâmpago a 1min41 do primeiro assalto, em Le Cannet, na França. O triunfo garantiu a conquista do título mundial dos superpenas (até 57,153 gramas) da Organização Mundial de Boxe (OMB).

A saraivada de golpes, que fez o adversário deixar o ringue em uma maca, respirando com ajuda de aparelhos, e o triunfo impressionante logo no primeiro assalto tornou Popó um ídolo nacional, ao lado de Guga e Ronaldo Fenômeno. Detalhe: os três nasceram em setembro, mas o pugilista é de 1975, enquanto os outros dois grandes nomes do esporte nacional são nascidos em 1976.

Com 23 anos e um cartel invicto de 21 vitórias, todas por nocaute, Popó se tornava o terceiro campeão mundial de boxe brasileiro, juntando-se a Eder Jofre (galos de 1960 a 1965 e penas de 1973 a 1974) e Miguel de Oliveira (médios-ligeiros em 1975).

Suas lutas proporcionavam altos índices de audiência. O que causou uma disputa entre as emissoras nacionais. A TV Globo, que comprou boa parte dos direitos de transmissão, exibia uma série de patrocinadores nos eventos. Sua primeira defesa de título, no Estádio da Fonte Nova, em Salvador, levou mais de 40 mil pessoas. E Popó não decepcionou seus fãs, ao vencer por nocaute no segundo assalto o nicaraguense Anthony Martinez.

Com um estilo agressivo, violento, preciso e avassalador, seu reinado duraria quatro anos, com dez defesas vitoriosas de cinturão. Para muitos, a maior atuação foi diante do cubano Joel Casamayor, em Las Vegas, com uma vitória emocionante, após 12 eletrizantes rounds, que lhe valeu também o cinturão da Asscoaição Mundial de Boxe.

Outros podem apontar a vitória sensacional em Miami sobre o argentino Jorge “La Hiena” Barrios, em 2003 . Com direito a queda do brasileiro e nocaute impressionante aos 50 segundos do 12º e último round. O duelo estava empatado na papeletas dos jurados. A OMB chegou a fazer um troféu “Popó”para ser entregue ao pugilista campeão que conseguisse ficar tanto tempo com o seu cinturão.

Tanta admiração internacional deve proporcionar a Popó a indicação para o Hall da Fama do Boxe, que fica em Canastota, Estados Unidos, no ano que vem. Aliás, a América do Norte deve ser o destino do ídolo brasileiro ano que vem. Em busca de “segurança, qualidade de vida e trabalho”, o ex-campeão pretende abrir uma academia em Miami.

Mas a saída do Brasil não significa tristeza pela falta de reconhecimento de suas conquistas. “Quem é fã do boxe sabe da minha importância.” Isso Popó pode ter certeza.

Blog com Terra Esportes

Ex-campeão mundial de boxe passa por cirurgia no cérebro e segue em estado crítico no Canadá
   8 de dezembro de 2018   │     0:02  │  0

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O boxeador canadense, Adonis Stevenson, (foto acima/Divulgação), segue em estado crítico em Quebec, no Canadá. O ex-campeão mundial do Conselho Mundial de Boxe (WBC) do meio-pesado passou por uma cirurgia no cérebro, nesta quarta-feira, e segue em coma induzido. Stevenson está internado desde o último sábado, quando foi nocauteado pelo ucraniano Oleksandr Gvozdyk e ficou inconsciente. De acordo com relatório médico, esse foi o segundo procedimento cirúrgico realizado em Stevenson.
– Stevenson passou por uma cirurgia na noite de sábado e, desde então, foi internado na unidade de terapia intensiva. Ele sofreu uma lesão cerebral traumática grave. Sua situação ainda é estável sob as circunstâncias, mas crítica – disse o médico Alexis Turgeon.
A família do boxeador também emitiu uma declaração em que agradece as mensagens de apoio.- A família de Stevenson agradece aos apoiadores por suas muitas mensagens de empatia e apoio nos últimos dias – dizia o
comunicado.
Stevenson defendia pela décima vez o cinturão que manteve sob seus domínios por cinco anos e meio quando foi nocauteado pelo ucraniano. Adonis Stevenson está com 41 anos e é nascido no Haiti e é naturalizado canadense, pois foi morar no Canadá com sete anos de idade.
Blog com Globoesporte

Ex-boxeador argentino morre engasgado em concurso de comer croissants
   7 de novembro de 2018   │     0:01  │  0

Blog com Jornal do Brasil

Por pontos, Robson Conceição bate canadense e vence pela 7ª vez como profissional
   30 de abril de 2018   │     0:02  │  0

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O brasileiro Robson Conceição, (foto acima/Correio da Bahia), segue imbatível desde que se tornou profissional após a conquista da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio-2016. No último sábado, o boxeador conseguiu a sua sétima vitória na carreira ao ganhar por pontos do mexicano naturalizado canadense Alex Torres Rynn, após seis rounds, no Liacouras Center, na cidade da Filadélfia, nos Estados Unidos. O triunfo foi unânime entre os jurados, que deram um triplo 60 a 56 a favor do baiano na categoria super-penas.

Com a vitória, Robson Conceição agora tem sete vitórias, sendo quatro por nocaute, sem derrotas. O boxeador brasileiro deve fazer mais cinco lutas em 2018 e espera entrar em 2019 com a chance de disputar um título mundial.

A luta começou com Robson Conceição mais agressivo, explorando a linha de cintura e as brechas na defesa de Alex Torres Rynn. Canhoto, o canadense tinha dificuldade e tentava trocar a base para agredir o brasileiro. A partir do segundo round, o combate ficou mais equilibrado, mas o baiano acertava os golpes com maiôs força e seguia explorando os socos no corpo do rival.

Cansado, Alex Torres Rynn sentiu mais os golpes de Robson Conceição nos dois últimos rounds. Com velocidade e força, o campeão olímpico no Rio-2016 fez o canadense ficar mais nas cordas. O brasileiro esteve perto de derrubar o rival e vencer por nocaute, mas Rynn conseguiu aguentar e levou a decisão para os jurados.

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