Category Archives: Boxe

Ex-campeão mundial de boxe passa por cirurgia no cérebro e segue em estado crítico no Canadá
   8 de dezembro de 2018   │     0:02  │  0

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O boxeador canadense, Adonis Stevenson, (foto acima/Divulgação), segue em estado crítico em Quebec, no Canadá. O ex-campeão mundial do Conselho Mundial de Boxe (WBC) do meio-pesado passou por uma cirurgia no cérebro, nesta quarta-feira, e segue em coma induzido. Stevenson está internado desde o último sábado, quando foi nocauteado pelo ucraniano Oleksandr Gvozdyk e ficou inconsciente. De acordo com relatório médico, esse foi o segundo procedimento cirúrgico realizado em Stevenson.
– Stevenson passou por uma cirurgia na noite de sábado e, desde então, foi internado na unidade de terapia intensiva. Ele sofreu uma lesão cerebral traumática grave. Sua situação ainda é estável sob as circunstâncias, mas crítica – disse o médico Alexis Turgeon.
A família do boxeador também emitiu uma declaração em que agradece as mensagens de apoio.- A família de Stevenson agradece aos apoiadores por suas muitas mensagens de empatia e apoio nos últimos dias – dizia o
comunicado.
Stevenson defendia pela décima vez o cinturão que manteve sob seus domínios por cinco anos e meio quando foi nocauteado pelo ucraniano. Adonis Stevenson está com 41 anos e é nascido no Haiti e é naturalizado canadense, pois foi morar no Canadá com sete anos de idade.
Blog com Globoesporte

Ex-boxeador argentino morre engasgado em concurso de comer croissants
   7 de novembro de 2018   │     0:01  │  0

Blog com Jornal do Brasil

Por pontos, Robson Conceição bate canadense e vence pela 7ª vez como profissional
   30 de abril de 2018   │     0:02  │  0

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O brasileiro Robson Conceição, (foto acima/Correio da Bahia), segue imbatível desde que se tornou profissional após a conquista da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio-2016. No último sábado, o boxeador conseguiu a sua sétima vitória na carreira ao ganhar por pontos do mexicano naturalizado canadense Alex Torres Rynn, após seis rounds, no Liacouras Center, na cidade da Filadélfia, nos Estados Unidos. O triunfo foi unânime entre os jurados, que deram um triplo 60 a 56 a favor do baiano na categoria super-penas.

Com a vitória, Robson Conceição agora tem sete vitórias, sendo quatro por nocaute, sem derrotas. O boxeador brasileiro deve fazer mais cinco lutas em 2018 e espera entrar em 2019 com a chance de disputar um título mundial.

A luta começou com Robson Conceição mais agressivo, explorando a linha de cintura e as brechas na defesa de Alex Torres Rynn. Canhoto, o canadense tinha dificuldade e tentava trocar a base para agredir o brasileiro. A partir do segundo round, o combate ficou mais equilibrado, mas o baiano acertava os golpes com maiôs força e seguia explorando os socos no corpo do rival.

Cansado, Alex Torres Rynn sentiu mais os golpes de Robson Conceição nos dois últimos rounds. Com velocidade e força, o campeão olímpico no Rio-2016 fez o canadense ficar mais nas cordas. O brasileiro esteve perto de derrubar o rival e vencer por nocaute, mas Rynn conseguiu aguentar e levou a decisão para os jurados.

ESTADÃO conteúdo

Um dos carros de Floyd Mayweather é atingido por oito tiros
   22 de abril de 2018   │     0:01  │  0

Com a vitória, o pugilista americano Floyd Mayweather Jr., conquista a unificação dos títulos da categoria meio médio e segue invicto em sua carreira

Floyd Mayweather não estava no carro que foi atingido (Foto:Al Bello/Getty Images)

No último dia 9 de abril, um dos três carros do comboio que levava Floyd Mayweather e seus seguranças foi atingido por oito tiros após o lutador de boxe sair de uma boate em Atlanta, nos Estados Unidos. O carro transportava seis pessoas, Gregory LaRosa, um dos seguranças, foi baleado na perna, mas já recebeu alta do hospital, Mayweather estava em outro carro que não recebeu tiros.

Segundo informações divulgadas pelo site americano TMZ, 12 tiros foram encontrados na cena do crime, oito deles acertaram o carro que transportava seis pessoas. Enquanto o incidente acontecia, Mayweather estava em outro carro e já havia chegado ao estacionamento do hotel em que estava hospedado. A polícia de Atlanta segue investigando o caso e não falou a respeito de suspeitos.

Blog com VEJA

Primeira campeã mundial do boxe brasileiro, Rose pede reconhecimento
   11 de março de 2018   │     0:01  │  0

Com as lubas apoiadas sobre as cordas do ringue e com a camisa de sua equipe, Rose Volante posa para foto da Folha após o treino
Rose Volante durante treino na academia de sua equipe, em Santos (Foto: Adriano Vizoni/Folhapress)

 

Rose Volante foi campeã no final do ano passado na Argentina e vai defender o título em abril, em Santos.

Ela ganhou o título da categoria leve (até 61 kg) da OMB (Organização Mundial de Boxe) em dezembro ao derrotar a argentina Brenda Carvajal, em Jujuy (ARG).

Era a sua 12ª luta profissional de sua carreira invicta. Foi quando a ficha caiu sobre a diferença entre o prestígio de ser campeã de boxe no Brasil e na Argentina.

“Ela demorou 40 minutos para chegar ao vestiário do ginásio porque as pessoas queriam autógrafo e tirar fotografia. O público torceu pela argentina, mas depois a aplaudiu. Na rua, era parada por fãs que queriam conversar”, afirma Felipe Moledas, treinador de Rose.

Quando ela desembarcou no Brasil com o cinturão de campeã mundial, foi como se nada tivesse mudado.

“Fiquei bastante chateada porque não teve cobertura de TV. Quem quis assistir [à luta] teve de procurar na internet”, completa.

A próxima chance de ser reconhecida será em 21 de abril, quando vai defender pela primeira vez o título. A adversária será a panamenha Lourdes Borbua, 28, e a luta será em Santos (a 73 km de São Paulo), onde ela treina.

Brigar para ser notada hoje em dia não é nada diferente do que Rose se acostumou a viver desde que decidiu se dedicar ao esporte. Na primeira vez que entrou na academia-escola mantida pela Prefeitura em Pirituba (zona noroeste de São Paulo), perguntou se era ali que havia aula de boxe. O professor a olhou de cima a baixo.

“Você está vendo alguma mulher aqui?”

Rose não baixou a guarda.

“Então serei a primeira.”

Foi. Demorou para ganhar a confiança porque o técnico —que ela prefere não dizer o nome— não lhe deu qualquer atenção nos primeiros meses. Contava com a ajuda dos colegas do ginásio para conseguir treinar. Em um ano, perdeu 40 kg. Ao começar, estava com 105 kg.

Ao subir no ringue pela primeira vez como amadora, em competição chamada Virada Esportiva, sua vida mudou.

Blog com FOLHA DE SÃO PAULO