Category Archives: Atletismo

Ex-treinador da seleção brasileira de ginástica Oleg Ostapenko morre aos 76 anos, na Ucrânia
   4 de julho de 2021   │     20:00  │  0

Ex-treinador da seleção brasileira de ginástica Oleg Ostapenko morre aos 76 anos, na Ucrânia

Oleg Ostapenko

Daiane dos Santos fez uma postagem nas redes sociais lamentando a morte do ex-comandante.

Morreu ontem o ex-treinador da seleção brasileira de ginástica Oleg Ostapenko aos 76 anos, vítima de problemas nos rins e nos pulmões, na Ucrânia, seu país de origem. Ele treinou atletas como Daiane dos Santos e Daniele Hypólito entre 2001 e 2008.

Daiane dos Santos fez uma postagem nas redes sociais lamentando a morte do ex-comandante.

– Hoje o dia começou triste, com uma grande dor no coração, nunca é fácil perder alguém que amamos, OLEG você foi mais que um treinador, um segundo pai, um amigo leal, conselheiro para uma vida inteira…. Em meu coração um mix de sentimentos, tristeza, saudade. Felicidade em ter aprendido com a sua sabedoria, gratidão a Deus por termos unidos os nossos caminhos – escreveu.

Oleg treinou ginastas ucranianas como Tatiana Gutsu, ouro nas Olimpíadas de 1992, e Lilia Podkopayeva, campeã em Atlanta 1996, além das medalhistas mundiais Daiane dos Santos e Daniele Hypólito. Após os Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, no qual terminou em oitavo lugar por equipes, anunciou o fim da parceria com o Brasil para treinar a equipe russa juvenil.

Em setembro de 2011, Oleg retornou ao Brasil. Em parceria com o governo estadual paranaense, a federação local e passou a treinar as ginastas do Centro de Excelência de Ginástica (CEGIN), em Curitiba, visando as Olimpíadas de 2016, no Rio. Ficou na capital paranaense até 2015, quando voltou para a Ucrânia.

Blog com ISTOÉ/LANCE

 

Britânica passa mal e completa maratona de Londres de joelhos
   30 de abril de 2019   │     0:03  │  0

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A britânica Hayley Carruthers, (foto acima/BBC.com), se tornou uma das principais personagens da maratona de Londres, disputada no último domingo, ao completar a prova de joelhos após desmoronar nos metros finais. A cena virou destaque em todos os jornais britânicos e fez com que a atleta, que também trabalha como radiologista de um hospital do país, ganhasse notoriedade.

Única competidora de elite com outro emprego em tempo integral, Hayley Carruthers completou a maratona na 18ª colocação e contou como foram os momentos finais da prova que levou 2h34min03s para completar.

“Comecei a contar meus passos e minha cabeça se foi, acho que perdi a visão em um olho. Eu simplesmente não conseguia levantar minhas pernas e simplesmente não conseguia me mexer. Foi apenas petrificante. Minhas pernas pareciam chumbo e me senti mal. Isso gradualmente piorou e piorou”, contou à “Radio 1 Newsbeat”. Depois de todo o esforço, Hayley Carruthers já voltou ao trabalho normalmente nesta segunda-feira, conforme foto que postou em seu Instagram.

Porém, as lições da Maratona de Londres serão eternas. “Agora vou permitir que o meu corpo se adapte, volte a treinar e certifique-se de que não vou forçá-lo assim tão cedo. Você aprende mais sobre as corridas que não vão tão bem quanto você esperava”, disse.

Blog com Jornal do Brasil

Morre Jackelyne, ginasta da seleção brasileira, aos 17 anos
   17 de janeiro de 2019   │     22:17  │  0

Jackelyne Silva defendia o Pinheiros — Foto: Ricardo Bufolin/CBG

 

A Confederação Brasileira de Ginástica,(CBG), surpreendendo muitos admiradores, divulgou nas suas redes sociais o falecimento da ginasta Jackelyne da Silva, de 17 anos, (foto acima/Ricardo Bufolin/CBG), ocorrido ontem. A atleta estava internada, mas o motivo da morte ainda não foi divulgado. Ela fazia parte do time de ginástica artística do Pinheiros e defendeu a seleção brasileira nas categorias juvenis.

A Federação Paulista de ginástica (FPG) também lamentou a morta de Jackelyne, em suas redes sociais. “A FPG quer expressar aos familiares, amigos e toda a comunidade da ginástica os seus sentimentos pela morte da ginasta Jackelyne da Silva, aos 17 anos. Ela era ginasta do Pinheiros e participava de competições da FPG. O céu ganhou mais uma estrela brilhante”.

Jack chegou a defender a seleção brasileira nas categorias de base. Ela entrou na categoria adulta em 2017 e ainda não havia conseguido um espaço na equipe principal do país, mas sonhava chegar à elite nacional.

Blog e Globoesporte

 

Africanos dominam e vencem São Silvestre; brasileiros chegam em oitavo
   1 de janeiro de 2019   │     0:02  │  0

A 94ª edição da São Silvestre foi novamente dominada pelos estrangeiros. Assim como nos últimos anos, os africanos se destacaram na corrida ao puxar o pelotão desde o início e ganhar a prova. Entre as mulheres, a queniana Sandrafelis Tuei garantiu a vitória depois de assumir a liderança no quilômetro final do trajeto. Já no masculino, quem ganhou foi o etíope Belay Bezabh.

Os brasileiros novamente não conseguiram fazer frente aos estrangeiros. Sem vencer no masculino desde 2010 e no feminino desde 2006, o País repetiu ano passado, ao não colocar representantes entre os cinco primeiros colocados. A melhor brasileira da competição feminina foi Jenifer Nascimento, oitavo lugar, e no masculino, o destaque foi Giovani dos Santos, também oitavo colocado.

A elite masculina largou às 9h07 com um pelotão na liderança nos quilômetros finais. Um grupo de 15 corredores permaneceu reunido até o primeiro terço da prova. Maxwell Rotich, de Uganda, é quem puxava a fila, dominada por africanos do Quênia e da Etiópia. O brasileiro Giovani dos Santos era o único representante nacional que fez frente aos estrangeiros nesse inicio de corrida.

Aos poucos, o pelotão de líderes que era de 15 corredores, acabou por diminuir. Na metade final dos 15 km, o grupo ficou restrito a seis competidores e restaram somente dois nos quilômetros finais, a subida da Avenida Brigadeiro Luís Antonio. O bicampeão Dawit Admasu, etíope naturalizado barenita, e Belay Bezabh, também da Etiópia, disputaram a prova até o final.

Favorito, Admasu não conseguiu manter o ritmo forte e deixou escapar o tricampeonato. Bezabh conseguiu acelerar na reta final, após passar quilômetros lado a lado com o concorrente, e cruzou a linha da chegada com o tempo de 45min5s. Admasu foi o segundo e o terceiro posto ficou com o Amdework Tadese, também da Etiópia.

FEMININO

A prova feminina teve um desfecho emocionante. A queniana Pauline Kamulu disparou desde os primeiros metros e só foi perder a posição no quilômetro final. A atleta, que completou 24 anos neste domingo, dominou a corrida durante a maior parte, inclusive com uma grande vantagem, porém sentiu o ritmo forte durante a subida da Avenida Brigadeiro Luís Antônio, quando perdeu lugar para a compatriota Sandrafelis Tuei, de 20 anos.

Sandrafelis passou a adversária no fim, a cerca de 900 metros da linha de chegada, e impôs um ritmo forte para sustentar a vitória. O tempo da vencedora foi de 50min2s. A terceira posição ficou com a etíope Mestawut Truneh. O resultado fez o Quênia ampliar a liderança no ranking de vitórias na edição feminina. Já são 13 triunfos, ante cinco do Brasil. A melhor brasileira foi Jenifer Nascimento, na oitava posição.

Blog com Jornal do Brasil

Após denunciar abusos sexuais na ginástica, Petrix Barbosa é campeão na França
   4 de junho de 2018   │     0:01  │  0

Resultado de imagem para Petrix Barbosa , na FRança

 

O ginasta Petrix Barbosa, (foto acima/Divulgação), venceu o Circuito Francês de Clubes (por equipes e no individual geral), no último sábado, em Paris. O atleta defendeu as cores do clube Tac Gym, pelo qual foi convidado a competir na competição de ginástica artística.

“Estou muito feliz. Fui para o regional em março e fomos classificados para o nacional, fase que disputamos hoje (sábado). Ano que vem vamos subir mais uma divisão. Meu clube é modesto, mas o projeto é grande e eles têm o sonho de serem campeões franceses da divisão número um”, declarou Petrix sobre a conquista.

A vitória representa uma “volta por cima” para o atleta. Foi a primeira conquista de Petrix após denunciar que teria vítima de abuso sexual cometido pelo ex-técnico da seleção brasileira de ginástica artística Fernando de Carvalho Lopes. Ao todo, 40 jovens afirmaram terem sido vítimas de abusos. Desses, 10 levaram o caso à Justiça, que investiga os casos. A denúncia foi apresentada pelo programa Fantástico, da TV Globo, no final de abril.

Atualmente, Petrix está sem clube no Brasil e, por isso, não pode defender a seleção. Seu sonho é disputar a Olimpíada de Tóquio. “Meu sonho é disputar a Olimpíada de 2020. Por enquanto, quero apenas voltar a competir. Estava dois anos fora do cenário mundial e quero adquirir mais confiança nessas séries novas. Porém, me sinto em plenas condições físicas”, afirmou o ginasta de 26 anos, que conquistou uma medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 2011, em Guadalajara, no México.

A última vez em que Petrix competiu pela seleção brasileira foi no Aberto do México, em novembro de 2016, logo após a Olimpíada do Rio. “Estou treinando muito para o individual geral, mas a barra fixa é realmente o meu forte. Estou com notas de partidas muito boas nas barras paralelas. Tenho melhorado no cavalo com alças. Em uma competição na qual eu acerte esses três, tenho grandes chances de medalha”, afirmou Petrix, que já atuou pelo Flamengo e pelo Vasco em 2015 e 2016.

Blog com Jornal do Brasil