‘A natação no Brasil está muito chata’, afirma Cesar Cielo
   12 de março de 2019   │     0:03  │  0

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Aos 32 anos, Cesar Cielo, (foto acima/Divulgação), quer mudar a natação no Brasil. Tem ideias para isso. Ele admite cansaço da rotina de treinos, mas quer seguir em forma. Não sabe qual será sua próxima disputa. “Mas não posso abandonar a piscina porque hoje muito da minha vida depende da minha forma física. Vai que daqui a seis meses dá vontade de voltar a treinar mais forte”, disse o campeão olímpico.

Cielo é o brasileiro com o maior número de medalhas em Mundiais, 19. Ele não renovou contrato com o Pinheiros e agora faz treinos mais leves por conta própria na piscina do Centro Olímpico de São Paulo. Já descartou disputar o Troféu Maria Lenk, o que, por consequência, acaba com suas chances de competir nos Jogos Pan-Americanos de Lima e no Mundial, na Coreia do Sul – a principal competição brasileira é seletiva para estes torneios internacionais.

A Olimpíada de Tóquio, ano que vem, contudo, ainda é uma chance de despedida. Enquanto cogita a possibilidade, preenche sua agenda com clínicas, eventos de exibição, torneios menores e sua atuação na Fiore, sua empresa de produtos aquáticos.

Para ele, o treino de alto rendimento no sistema dos clubes tem prazo para acabar e os atletas logo precisarão pensar em alternativas. Tenta alterar esse cenário ao prever nova parceria com uma instituição (não necessariamente clube), que deve ser anunciada logo.

Não quero mais ser simplesmente um atleta de clube. Estou tentando me colocar numa posição em que tenha várias funções na equipe: desde nadador a mentor, gestor.

Blog com Terra Esportes