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Arivaldo Maia

Rendimentos de Jorge Jesus no Fla assustam
   7 de abril de 2020   │     12:05  │  0

Qual é o preço exato do sucesso de Jorge Jesus sob o comando do Flamengo?

O jornalista da ESPN Brasil Jorge Nicola apontou em seu blog no portal Yahoo! os principais detalhes do contrato – que vai até maio – do técnico português.

A remuneração dele, com luvas é 2,1 milhões de euros por temporada – livre de impostos -, sendo 1,5 milhão de euros em salários e 600 mil euros em prêmios. Este último item é dividido em 420 mil euros na assinatura e 180 mil euros pela sequência em dezembro e janeiro.

De qualquer forma, o principal ganho dele foi por títulos, uma vez que o prêmio era de 1,5 milhão de euros pelo Mundial de Clubes, 1,5 milhão de euros pela Copa Libertadores, 1 milhão de euros pelo Brasileirão e 800 mil euros pela Copa do Brasil.

Portanto, as conquistas da Libertadores e do Mundial renderam-lhe uma soma de 2,5 milhões de euros, o que totaliza um ganho de Jorge Jesus de 4,6 milhões de euros. É importante apontar que o valor segue uma cotação fixada do euro em R$ 4,40.Ou seja, o valor total é de R$ 20,24

Comentarista disse que times brasileiros têm o ‘dever’ de conhecer o que português  busca

Além do treinador, o vínculo aponta que os seis portugueses contratados para integrar a comissão técnica dele – João de Deus, Tiago Oliveira, Mário Monteiro, Márcio Sampaio, Rodrigo Araújo e Gil Henriques – compartilhem um valor total de 1,2 milhão de euros. Os seis também têm direito a 5% de cada prêmio conseguido por Jesus, o que foi de 125 mil euros nas conquistas da Libertadores e

As contas, considerando os salários e prêmios de Jesus e sua comissão dá um total de R$ 28,8 milhões – R$ 2,4 milhões por mês -, lembrando que o preço do euro foi fixado em R$ 4,40.

Além disso, o treinador tem auxílio moradia de R$ 50 mil mensais, camarote no Marcanã com 12 ingressos em todos os jogos oficiais, e amistosos no Maracanã, carro blindado com motorista e passagens aéreas para filhos e esposa virem duas virem duas vezes de Portugal ao Brasil em voo executivo.

Os integrantes portugueses de sua comissão técnica ainda têm o custo de apartamentos bancados pelo clube, na faixa de R$ 10 mil cada.

O valor também não conta os bônus por vitória. Por exemplo, Jesus faturava R$ 4 mil por cada triunfo na Série, desde que o time estivesse nas quatro primeiras posições.

Blog com ESPN

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Futebol brasileiro tenta salvar 156 mil empregos
     │     10:30  │  0

Os cuidadores de gramado Francisco Almeida, funcionário do Fortaleza, e Reinaldo Gomes, do Bahia, ficaram preocupados quando a pandemia do novo coronavírus paralisou o futebol brasileiro e forçou os clubes a diminuírem despesas. Juntos, os dois sustentam oito pessoas e compõem uma parcela numerosa do mercado de trabalho. Se a modalidade parece se resumir a jogadores, técnicos e altos salários, na verdade se trata de um segmento que emprega 156 mil pessoas no País, segundo estudo publicado pela

A pesquisa divulgada no ano passado e feita pela empresa Ernst & Young mostra que o futebol brasileiro em 2018 teve impacto de 0,72% no PIB nacional, ao movimentar R$ 52,9 bilhões. Embora existam salários milionários no meio, a modalidade conta com uma turma bem mais humilde. Para cada jogador empregado, há uma série de outros trabalhadores que também dependem do funcionamento dos times para garantir o sustento das famílias.

Enquanto negociam com os elencos para reduzir salários e evitar prejuízos durante a pandemia, os clubes demonstram preocupação justamente com funcionários mais humildes. Quem trabalha nos times profissionais seja na jardinagem, lavanderia, cozinha ou limpeza, têm recebido atenção especial para não ter os empregos colocados em risco em uma época de queda brusca de receitas com bilheteria, cotas de televisão e patrocínios.

“Como um grupo de funcionários classificados como mais humildes temia pela descontinuidade de seus empregos com a parada involuntária das suas atividades e das competições, resolvemos blindar e proteger em especial esses colaboradores”, disse ao Estado o diretor administrativo do Fortaleza, Gildo Ferreira. O clube vai reduzir os salários do elenco em até 25% durante a pandemia. O Atlético-MG teve atitude parecida, ao diminuir 25% dos salários de todos, exceto de quem ganha até R$ 5 mil.

O Fortaleza criou um programa chamado Rede de Proteção ao Funcionário e se propôs a ajudar os empregados que têm salários mais baixos. “O saldo de estoque de produtos alimentícios do clube que não seriam utilizados com a parada do futebol foi transformado em cestas para serem distribuídas com nossos colaboradores, para evitar desperdício”, explicou Ferreira.

SEM PÂNICO – Por isso o cuidador do gramado do CT do Fortaleza, Francisco Almeida, de 37 anos, ficou mais tranquilo quando soube que o elenco do clube aceitou receber menos. Funcionário do clube há 19 anos, ele sustenta três pessoas com o salário. “A partir do momento em que o elenco se coloca nessa posição de reduzir o deles para preservar os funcionários, mostra também que o clube não é só o jogo em si, mas também uma equipe que faz tudo isso acontecer. É imensa gratidão por essa atitude”, disse.

Colega de profissão dele, Reinaldo Gomes trabalha no Bahia há 20 anos e até foi homenageado na inauguração do CT da equipe, em janeiro deste ano. “É ruim ficar parado porque não tem mais jogo. Gosto de participar do futebol e de arrumar o gramado para o time. Mas o importante é manter o emprego mesmo nessa época, porque cinco pessoas da minha família dependem de mim”, disse.

Segundo o estudo da CBF, os funcionários de clubes de futebol representam 33% dos 156 mil empregos gerados pela modalidade no Brasil. A maior parcela da força de trabalho, 55% do total, atua em estádios em dias de jogos, principalmente na venda de alimentos e bebidas. Esse contingente aguarda o calendário ser retomado para poder voltar a trabalhar.

“O futebol, eu costumo falar que é a maior empresa do mundo, porque tem em todos os países e tem milhares de pessoas que vivem dele”, brincou o supervisor de futebol do Atlético-GO, Junior Murtosa.

Há 15 anos no clube, ele coordena uma equipe de mais de 130 funcionários. “Para um time entrar em campo, precisa desde a comida ser preparada, do uniforme estar lavado até a manutenção do hotel do time estar bem-feita”, completou.

Blog com ISTOÉ

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Jogadores de CSA e CRB são monitorados diariamente
     │     8:30  │  0

Mesmo em casa, regatianos e azulinos estão sendo monitorados diariamente. Os jogadores têm que cumprir normas pré-determinadas pelos clubes para minimizar o prejuízo da paralisação forçada. Além de questões como treinamentos, alimentação e sono, o combate ao coronavírus também faz parte do acompanhamento diário. Como diz o velho ditado, prevenir é o melhor remédio.

Jogadores de CRB e CSA são monitorados diariamente — Foto: Reprodução/RBS TV

Jogadores de CRB e CSA são monitorados diariamente — Foto: Reprodução/RBS TV

Presidente do CRB, Marcos Barbosa falou com o GloboEsporte.com e disse como é feito esse acompanhamento.

– Todos os dias, o pessoal da preparação física, do departamento médico e da comissão técnica interage com os jogadores pra saber se as orientações repassadas estão sendo cumpridas. Com relação a esse vírus, caso algum jogador apresente sintoma, já começará o tratamento e no retorno ao clube será submetido aos todos os exames.

Barbosa disse que CRB mantém contato com jogadores todos os dias — Foto: Douglas Araújo/CRB

Barbosa disse que CRB mantém contato com jogadores todos os dias — Foto: Douglas Araújo/CRB

No lado do CSA, quem conversou com o GloboEsporte.com foi o gerente de futebol, Marcelo de Jesus.

– Aqui no CSA, desde o começo deste ano, o clube implementou um aplicativo para interação dos atletas, principalmente com o fisiologista, Cleber Queiroga. Através desse software, os jogadores informam dados de alimentação, performance, sono, sintomas de lesão ou alguma queixa clínica, principalmente agora com essa onda do coronavírus. Então, diariamente, os atletas estão sendo monitorados e o clube tem informação do dia a dia de todos eles.

Marcelo de Jesus explicou que CSA tem na tecnologia um aliado para monitorar os atletas — Foto: Smack Neto / GloboEsporte.com

Marcelo de Jesus explicou que CSA tem na tecnologia um aliado para monitorar os atletas — Foto: Smack Neto / GloboEsporte.com

Blog com matéria do Globo Esporte/AL

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Presidente do Bahia pede planejamento para superar crise
     │     0:05  │  0

 
© Fornecido por Torcedores.com
Guilherme Bellintani vê dificuldades financeiras por causa do coronavírus incomodar as equipes do Brasileirão e exige planejamento

Os presidentes dos clubes de primeira e segunda divisão do Campeonato Brasileiro têm se reunido nas últimas semanas para tratar o futuro das competições nacionais em meio ao surto de coronavírus. Cada vez mais unidos, os dirigentes tentam achar uma resposta em comum para não essa pandemia não causar problemas inimagináveis para o futuro do futebol brasileiro.

Guilherme Bellintani, presidente do Bahia, afirmou que todos os clubes vão sentir o impacto financeiro da pandemia. Ele ainda ressalta que tudo vai depender do comportamento de cada dirigente para que os clubes sigam vivos.

“Qualquer clube de futebol vai sentir a pandemia, o impacto econômico do que está acontecendo. Alguns vão sentir mais, outros menos. Depende do comportamento. Estamos nos preparando para o pior. Isso é poder agir da maneira mais dura possível do ponto de vista econômico, entendendo que, se a gente deixar para agir depois, pode ser uma grande vítima”, disse Bellintani, em entrevista ao programa Bolívia Talk Show, do Desimpedidos, nesta quinta (26).

O presidente do Bahia prevê que, em caso de falta de organização financeira, muitos clubes poderão falir nas próximas temporadas. “Acredito muito nisso. A catástrofe econômica do futebol brasileiro está colocada. Não tenho a menor dúvida sobre isso. A gente já começa ver hoje dificuldade em honrar um compromisso básico. Se isso se prolongar, a depender da longevidade da pandemia, pode sim gerar muitos fechamentos de portas. Isso é uma grande ameaça para o futebol brasileiro para os próximos anos”, comentou.

Blog e Torcedores.com

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Proposta da Fifa pode evitar ‘desmanche’ no Inter/RS
     │     0:04  │  0

© Fornecido por Bolavip
futuro da temporada do futebol brasileiro, como também internacional, ainda é uma incógnita. Em meio à pausa nas competições por conta da pandemia do novo coronavírus, vem sendo levantada a possibilidade de os torneios de 2020 só chegarem ao final em 2021. Tal chance “assombra” as equipes, que temem por verdadeiros desmanches. Entretanto, a situação precisará ser solucionada e somente uma proposta da Fifa poderá resolver. 

Segundo relatou o site GaúchaZH, a entidade apresentou um projeto para prorrogar automaticamente os contratos com final em dezembro deste ano até o término da temporada. A diretoria do Internacional tem uma lista longa de casos na mira e pode ser beneficiada pela proposta.

D'Ale, Gustavo, Lindoso e mais: lista de contratos até dezembro é longa no Inter (Foto: Ricardo Duarte/Internacional/Divulgação)© Fornecido por Bolavip D’Ale, Gustavo, Lindoso e mais: lista de contratos até dezembro é longa no Inter (Foto: Ricardo Duarte/Internacional/Divulgação)

 

No elenco,10 jogadores têm  vínculo apenas até o final de 2020. São eles: os laterais-direitos Renzo Saravia Rodinei, emprestados por Porto e Flamengo, o lateral Uendel, os volantes MustoRodrigo Lindoso Rodrigo Dourado, que ainda se recupera de lesão, além dos meias NettoD’Alessandro, além  Thiago Galhardo e o atacante Gustavo, cedido pelo Corinthians.

Blog com BOLAVIP

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