CSA quer ampliar vantagem no G4; CRB quer distância do Z4
   23 de outubro de 2018   │     0:05  │  0

Os resultados da 32ª rodada deixaram a disputa pelo G-4 apertada. Líder, o Fortaleza disparou e abriu nove pontos para o quinto colocado. A briga está acirrada para as outras três vagas.

Em quarto, o CSA viu o Vila Nova encostar. Empate com 51 pontos, e aumento da responsabilidade para enfrentar o Brasil de Pelotas. Partida de hoje está marcada para às 19h15, no Rei Pelé.

As duas últimas rodadas sem vencer tiraram a vantagem do CSA no G-4. Quando bateu o Paysandu, chegou a 50 pontos.

O Vila era o sétimo, com 45 pontos. A derrota para a Ponte Preta, em casa, e o empate com o Coritiba fizeram o Azulão cair para o quarto lugar.

O Vila aproveitou os tropeços, fez valer o mando de campo e venceu nas duas rodadas: ganhou do Boa Esporte e Juventude, em Goiânia.

Dois pontos separam o segundo colocado, o Goiás, para o quinto, o Vila Nova. O detalhe são as disputas diretas na 33ª rodada.

Hoje o Goiás recebe o Avaí. Um ponto separam os dois na classificação. O outro confronto é entre Londrina x Vila Nova. O time paranaense está em sétimo, mas a diferença para o CSA é de quatro pontos. Ainda pode chegar perto na disputa.

As seis rodadas finais do CSA

33ª rodada: CSA x Brasil de Pelotas (23/10)
34ª rodada: Sampaio Corrêa x CSA (02/11)
35ª rodada: Fortaleza x CSA (06/11)
36ª rodada: CSA x Atlético-GO (10/11)
37ª rodada: CSA x Avaí (17/11)
38ª rodada: Juventude x CSA (24/11)

CRB TREINA PARA FICAR BEM LONGE DO Z4

O CRB voltou aos treinos na manhã de ontem, iniciando a semana do São Bento. Agora, o Galo se prepara para enfrentar um adversário que como ele figura na parte de baixo da tabela do Campeonato Brasileiro da Série B. A partida será no próximo sábado (27), às 16h30, no Estádio Walter Ribeiro, em Sorocaba (SP).

A rodada passada (32ª) foi perfeita para o Galo da Praia, pois além de ter ganho do Goiás em casa viu Juventude, Paysandu, Sampaio Corrêa e Brasil-RS perderem. Com isso, os três primeiros seguem no Z4 enquanto que o time de Pelotas (RS) está a apenas dois pontos à frente do CRB.

A equipe do treinador Roberto Fernandes passou a ocupar o 16º lugar, com 35 pontos. O meia Felipe Menezes, que entrou no intervalo do jogo contra o Goiás, no lugar de Rafael Carioca, fala sobre a perspectiva do seu time nesta reta final.

– Independente do adversário, a gente precisava da vitória para dar fôlego para a equipe. Espero que após os 2×0 sobre o Goiás a confiança retorne ao grupo para que novos resultados positivos se repitam e que no fim nosso time saia dessa incômoda situação que nos acompanha na maior parte do campeonato. Aqui todos sabem que cada partida passa a ser uma decisão. Mas temos que encarar jogo a jogo e agora vem o São Bento, que está logo acima de nós e consequentemente também luta para não cair.

O CRB perdeu dois jogadores por suspensão para o duelo de Sorocaba/SP. O zagueiro Anderson Conceição e o lateral Rafael Carioca receberam o terceiro amarelo no jogo contra o Goiás.

O técnico Roberto Fernandes já trabalha para definir os substitutos, embora o anúncio fique para o próximo sábado, momentos antes do início do jogo no interior paulista.

Textos: Arivaldo Maia, Gazetaweb e Globoesporte/AL

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Quem é o próximo? Flamengo põe multas de 50 milhões de euros, mas saídas expõem fragilidade
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Léo Duarte ganha de Ibañez pelo alto e marca o segundo do Flamengo sobre o Fluminense: zagueiro valorizado no clube — Foto: André Durão

Léo Duarte, (43), ganha de Ibañez pelo alto e marca o segundo do Flamengo sobre o Fluminense: zagueiro valorizado no clube  (Foto: André Durão)

É possível prevenir saídas de grandes talentos do futebol brasileiro para o exterior? A pergunta é feita há anos no futebol brasileiro e a resposta é simples: não. A última – e frequente – vítima no futebol é o clube de maior arrecadação no país – se em 2017 fechou as receitas em quase R$ 650 milhões, este ano o Flamengo, com a venda de Lucas Paquetá, mesmo com o parcelamento, vai fechar a conta mais uma vez com meio bilhão de reais contabilizados num ano.

Paquetá ainda tinha mais dois anos de contrato pela frente e o Flamengo não resistiu à primeira investida forte do exterior. Em coletiva, o presidente do clube Eduardo Bandeira de Mello afirmou, sem esconder a fragilidade mesmo num clube que diminui dívidas e aumenta arrecadação:

– Ainda é impossível competir com os grandes da Europa.

Os motivos para essa incapacidade de reter atletas aqui são variados e não mudam de clube a clube. Jogar fora hoje significa ter mais chances na seleção brasileira, jogar grandes ligas, (evidentemente) viver na Europa, aumentar o salário, receber em outra moeda, ter contato com outras culturas, levar outra vida a familiares…

Se o Flamengo sofre agora com a perda de Paquetá, outro clube brasileiro deve ver uma das principais atrações bater asas já já. Em Porto Alegre, por exemplo, a renovação de Everton já foi vista como a última alternativa do Grêmio para ganhar mais dinheiro na inevitável negociação – que deve girar em torno de 30 milhões de euros na janela europeia do fim do ano – valor da antiga multa contratual do jogador. Na renovação, a indenização contratual dobrou.

Multa de Cuéllar é mais alta: 70 milhões de euros.

O Flamengo fez movimento parecido em jogador que desperta cada dia mais as atenções pela sequência de jogos no futebol brasileiro. Léo Duarte, titular absoluto do time de Mauricio Barbieri e de Dorival Junior, tem multa padrão no Flamengo: 50 milhões de euros. O clube o procurou para estender o vínculo, aumentar o salário e a multa.

– No Flamengo este ano ninguém mais entra e ninguém sai. Que nem na gafieira – brincou o presidente Bandeira.

Este ano, realmente, Léo está garantido no Flamengo. Mas o assédio cresce. Zagueiro, tradicionalmente, não sai por valores muito elevados. Em 2007, o São Paulo vendeu Breno ao Bayern de Munique por 12 milhões de euros. Até hoje a maior transação de defensor na história do futebol brasileiro. Uma oferta desse nível para Léo Duarte já tornaria difícil o papel do Flamengo em manter o zagueiro no clube para a temporada de 2019.

Novos contratos em 2018:

– Lincoln – assinou 29/3/18 – Vínculo até 15/1/22 – multa exterior: 50 milhões de euros;

– Reinier – assinou 29/1/18 – Vínculo até 31/12/20 (primeiro contrato profissional do atleta de 16 anos) – multa exterior: 50 milhões de euros;

– Matheus Thuler – assinou 30/7/18 – Vínculo até 14/7/23 – multa exterior: 50 milhões de euros;

– Cuéllar – assinou 15/6/18 – Vínculo até 30/5/22 – multa exterior: 70 milhões de euros;

– Léo Duarte – assinou 17/9/18 – Vínculo até 31/12/22 – multa exterior: 50 milhões de euros.

Blog com Globoesporte

 

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Levir projeta reta final do Brasileiro para formar a base de 2019
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O Galo perdeu na estreia de Levir (Foto: Bruno Cantini / Atlético)

 

Na estreia de Levir Culpi o Atlético-MG foi derrotado pelo Fluminense, no Engenhão, em partida válida pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro. Após comandar apenas três treinos, o treinador, que deu início a quinta passagem no clube, disse que a reta final da competição servirá para formar uma base para a próxima temporada.

“Estamos tirando desses últimos nove jogos a base para o ano que vem. O time foi bem até agora. Garantir a Libertadores é complicado. O campeonato está equilibrado. Temos dois times que investiram muito e se destacam dos demais. Mas nos próximos oito jogos podemos melhorar e buscar uma posição melhor no campeonato”, disse.

“Eu também sou responsável pelo resultado, mas ainda não conheço os jogadores. Alguns eu tenho de perguntar o nome, sua condição técnica, tática. Mas, em poucos dias vou dominar tudo e as coisas se encaixarão”, completou.

Apesar do placar adverso, o Galo tinha melhores perspectivas na partida, uma vez que conseguiu um pênalti no começo do segundo tempo, quando o placar estava zerado. No entanto, o lateral Fábio Santos desperdiçou a oportunidade. O atleta, contudo, foi apoiado por Levir.

“Não conversei com o Fábio. Ele sabe o que faz. Ele nunca tinha errado. Aconteceu. Tem de passar batido. Não aconteceu nada especial para comentarmos. Quando ele pegou o rebote do chute na trave foi no instinto. A regra é clara, mas foi no reflexo. Nada a ser condenado”, disse.

Com o resultado, o Atlético-MG segue na sexta posição com 46 pontos ganhos. Na próxima rodada, a equipe mineira encara o Ceará, no Castelão.

Blog com Gazeta Esportiva

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Valentim afirma que lesões atrapalharam o Vasco
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Valentim lamenta lesões nos jogadores do Vasco da Gama (Foto: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br)

 

O técnico Alberto Valentim lamentou a derrota para o Sport e o final da sequência invicta do Vasco no Campeonato Brasileiro. O treinador cruz-maltino disse que só conseguiu fazer substituições por questões médicas e que isso influiu no desempenho da equipe.

“Não conseguimos jogar bem. Perdemos jogadores e eu não consegui fazer nenhuma substituição por escolha minha”, afirmou.

Quem apareceu para falar sobre sua substituição foi o meia Yago Pikachu. Ele sofreu um choque de cabeça e teve sua substituição recomendada pelo técnico Carlos Fontes. No momento da saída, o jogador se revoltou contra a decisão médica e chegou a jogar uma garrafa no chão. Pikachu pediu desculpas pelo seu gesto e reconheceu que o médico o tirou do jogo para preservá-lo. O médico Carlos Fontes explicou que o jogador teve uma momentânea perda de consciência após o choque e seria um risco continuar em campo.

Giovanni Augusto não demonstrava a mesma serenidade. Ele se queixou da não marcação de um pênalti a favor do Vasco, nos acréscimos, logo após Gabriel ter desperdiçado a cobrança a favor do Sport.

“Pênalti claro. O jogador do Sport acabou me acertando, tanto que a bola não foi para frente, e sim para o lado”, disse o meia.

Para o capitão Ramon, o Vasco se ressente da falta de regularidade. Por isso alterna boas partidas como aconteceu diante do Cruzeiro, com outras não tão boas, como a exibição diante do Sport. E elogiou o adversário. “Acho que o Sport fez um pouco a mais que a gente”, concluiu.

Blog com Gazeta Esportiva

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Em alta no Atlético-MG, Elias não descarta um retorno ao Flamengo no futuro
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Elias será titular do Galo contra o Fluminense
O volante Elias ainda deseja defender o Flamengo (Foto: Bruno Cantini / Atlético-MG / Divulgação)

 

O volante Elias, de 33 anos, é um dos pilares do Atlético-MG na boa campanha que o time faz no Campeonato Brasileiro. Após um período na reserva, o veterano voltou a jogar bem e hoje é titular absoluto da equipe que, pode-se dizer, ainda tem chances matemáticas de título. Mesmo com a mudança recente de treinador (Levir Culpi assumiu no lugar de Thiago Larghi), Elias segue firme no time alvinegro de Minas.

— Fiquei um período fora onde pude repensar um pouco, treinar mais… até porque queria que, na oportunidade que tivesse, eu pudesse abraçar como venho abraçando. Fico feliz com o momento e a gente não pode nunca abrir mão de seleção brasileira — disse Elias, que trabalhou com Tite no Corinthians.

O jogador ainda não descarta o Atlético na briga pelo título, mas admite que a situação ficou bem difícil:

— A torcida do Galo pode esperar muita luta. Matematicamente ainda temos chance. Mas sabemos que a cada ponto perdido, vamos ficando mais distantes (dos líderes). É conquistar o maior número de pontos agora e tentar colocar o Atlético-MG na melhor situação possível.

No Brasil, Elias viveu um dos seus melhores momentos no Flamengo. Foi um dos destaques do time no título da Copa do Brasil 2013 e vê um retorno com bons olhos.

— Tenho um carinho especial pelo Flamengo. Um sentimento diferente. Me acolheram muito bem. Sempre que vou ao Rio, a torcida pede para que eu volte. Só que o tempo vai encurtando, né? Eu sempre falo que para jogar nessas equipes assim, você tem que estar bem condicionado, bem preparado para enfrentar bem o desafio, porque a pressão é grande… De qualquer forma, me sinto bem preparado. E se tiver que voltar um dia, bem, eu voltarei — disse Elias, que tem contrato até janeiro de 2020.

Por fim, ele relembrou o dia em que a torcida rubro-negra o fez chorar. Foi na partida contra o Goiás, pela semifinal da Copa do Brasil. O pequeno Davi, filho do jogador que estava internado com pneumonia, foi homenageado.

— É um momento marcante da minha vida. Um dia ele vai saber. Eles mostraram que o Brasil ainda tem jeito — concluiu.

Blog com EXTRA

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